Bares

Arcangelo Bar Café: a melhor happy hour

08/08/2012 16:49

Odin
Os sócios Daniela Papini e Santiago Calonga: artes plásticas e boteco. Rabo de galo (R$ 12,00)

Todos os dias, uma mesa privilegiada com vista para a arquitetura neogótica do Centro de Cultura de Belo Horizonte é reservada aos amigos dos proprietários. Eles só liberam o espaço para os clientes se ninguém aparecer. O ritual de celebração resume bem o clima amistoso do Arcangelo, que se tornou ponto de encontro de uma galera moderninha. Gente descolada, de tênis All Star e camiseta com frases sarcásticas. Mas nem sempre foi assim. Pouco antes da abertura do bar, os corredores do histórico Edifício Maletta, inaugurado em 1957, eram frequentados quase que apenas por clientes de seus sebos empoeirados. O bar começou a funcionar, e a sobreloja do prédio nunca mais foi a mesma. Artistas plásticos, o argentino Santiago Calonga e a mineira Daniela Papini viram ali o espaço ideal para montar um ateliê e receber amigos para uma cervejinha. Mas esbarraram em restrições legais. Tinham de escolher entre as tintas e as comidas e bebidas. Ficaram com o bar. As paredes dão a dica de que o boteco é de artistas. Nelas, sessenta obras estão expostas. São presentes de clientes e amigos. No menu, o forte são os drinques, em trinta versões. Inicie a noite provando o rabo de galo, composto de um shot de tequila, um de suco de laranja e outro de suco de tomate com pimenta tabasco (R$ 12,00). Para espantar a fome, a pequena lista de quitutes exibe pratos simples mas saborosos, como as empanadas argentinas recheadas de carne, milho ou três queijos (R$ 4,50 a unidade).

Rua da Bahia, 1148, sobreloja 2, Centro, ☎ 3273-1351. 17h/0h (fecha dom. e seg.). Cc: A, M e V. Cd: M e V.



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