A opinião do leitor

A opinião do leitor

10/08/2012 13:3

Comer & Beber

Parabéns, parabéns! A edição especial (8 de agosto) está sensacional. Tudo maravilhoso e interessante, principalmente as fotografias. As imagens bonitas e bem-humoradas fizeram a diferença. A toda hora me pego olhando o que já sei de cor.
Maria Alice Abdanur de Paula Machado


Motoboys

Muito importante a discussão sobre os acidentes que vitimam os motociclistas atualmente (“Velozes, sim. Sem regras, não”, 1º de agosto). Cobrar de todos, e principalmente deles, mais respeito à segurança no trânsito talvez seja o único caminho para evitar mais tragédias. É necessário perceber que parte dos erros que levam à situação atual está na cultura de que a motocicleta é um veículo mais rápido. Para conseguir essa rapidez, seus condutores dirigem sobre as faixas pontilhadas e sobre passeios públicos, ultrapassam em locais proibidos, trafegam em alta velocidade e adotam todos os demais comportamentos incorretos e inseguros que testemunhamos a todo momento no trânsito.
Denise Gonçalves


Luís Giffoni

Sou psiquiatra e afirmo com certeza: você não está delirando (“Quem se sente seguro em BH”, 1º de agosto). Em pouco mais de vinte anos, a violência cresceu assustadoramente no Brasil. Hoje somos o quinto país mais violento do mundo. No quesito assassinato de jovens, já somos os primeiros. Enquanto os legisladores protegem os bandidos (hoje totalmente impunes), nós nos tornamos um tipo especial de exilados na própria pátria. Vivemos enclausurados e os bandidos, soltos. A causa disso? Impunidade. O resto é filosofia barata.
Domingos Guerra

Sou detento, por sorte ainda no regime semiaberto. A mim é permitido sair todas as manhãs para trabalhar, mas tenho sempre de retornar ao meu cárcere, vigiado 24 horas por homens armados, antes das 8 da noite. Como em qualquer prisão, câmeras e um completo aparato eletrônico acompanham todos os meus movimentos e os de todos os meus vizinhos. Sou morador de um dos condomínios fechados da nossa querida BH. Parabéns pela crônica.
Guilherme de Oliveira

Sua última crônica me trouxe a certeza de que estamos em meio a uma guerra. Meu marido e eu também já fomos atacados com arma em punho. Levaram nosso carro e os iPhones. Ficamos exatamente como descreveu. Sentimos tudo o que falou. Viramos moradores presos em nossa casa. Só saíamos durante o dia. Vida social, nem pensar. A humilhação, a impotência, a raiva e a incomensurável descrença em nossas instituições só fizeram aumentar. Tenho saudade do tempo em que podíamos sair à noite, visitar amigos para tomar um vinho, ter uma conversa agradável. Você nos fez saber que não estamos sozinhos.
Rosário Viana

Há pouco tempo, os índices de criminalidade diminuíam e a “sensação de segurança” era maior. Agora, a sensação que tenho é de um entorpecimento do estado. O que está acontecendo?
Heloísa Vidigal


Edifício Niemeyer

Bacaninha essa Lei Rouanet. Eu já sabia que ela era ótima para bancar poetas, gente de teatro, música e outros “artistas” que, sem essa muleta, não conseguiriam levar adiante seus projetos, que ninguém compra ou vê. Agora, pela VEJA BH, estou sabendo que ela também pode ser usada para reformar prédios particulares cujos donos não deram a manutenção adequada (“Plástica no cartão-postal”, 1º de agosto). Minha casa também está precisando de uma reformazinha. Como faço para que os outros contribuintes paguem a conta para mim?
Ney Wilde Nepomuceno Costa


Cris Guerra

Passei por coisas bem semelhantes às que descreveu em sua crônica (“Eles”, 25 de julho). Nem tenho mais vontade de comprar alguma coisa que tenha de ser entregue em casa. A culpa talvez esteja um pouco mais longe do que imaginamos: na legislação trabalhista. É que o serviço de logística dessas lojas é proveniente de empresas terceirizadas, que contratam pessoas temporárias. Lindo jogo, não? As pessoas que atendem sempre estão aprendendo, e quando aprendem são dispensadas. O comprador que se vire.
Hugo Bonaudi


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