Bares

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Por: Rafael Rocha - Atualizado em

Odin
(Foto: Redação VejaBH)

Entra ano, sai ano, o problema se repete: como escolher, entre as centenas de endereços, aqueles que merecem figurar na lista de 290 casas da capital mundial dos botecos? A tarefa realmente não é nada fácil, mas é extremamente prazerosa. Uma mostra da dificuldade: o júri não conseguiu selecionar o melhor boteco da capital, e a votação acabou em um justíssimo empate. Nas outras categorias, apenas dois bares haviam sido premiados em edições anteriores. Isso prova como o setor, ainda bem, é um dos mais efervescentes no nosso cenário gastronômico. Exemplo disso são os estabelecimentos que oferecem espetinhos, quase um subgênero dos botequins. De um ano para cá, eles se multiplicaram. Não à toa, o Churrasquinhos do Luizinho levou o título da categoria estreante com apenas 3 votos. Escolher o barman do ano, outra novidade desta edição, mexeu com os jurados. Com muito mérito, o eleito é Tiago Santos, do MeetMe At The Yard, que também emplacou a melhor carta de drinques. O recém-chegado Jângal foi mais um que levantou duas taças: a de bar revelação e a de melhor para paquerar.

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE