Comer & Beber 2011/2012

Via Cristina: A melhor carta de cachaças

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Via Cristina
(Foto: Redação VejaBH)

O proprietário Miguel Murta de Almeida decidiu investir em cachaça em 2003, quando trouxe de Araçuaí, no interior do estado, a Dama de Ouro, envelhecida em tonéis de carvalho (R$ 5,00 a dose). De lá para cá foi um salto considerável e hoje ele contabiliza 707 rótulos, dispostos na carta em ordem de valor e com informações sobre o local de origem, a madeira em que envelheceu e a graduação alcóolica. As mais procuradas são as originárias de Salinas, como Seleta e Boazinha, ambas vendidas por R$ 4,00. Mas também há espaço para marcas premium, a exemplo da Havana (R$ 62,00) e da GRM (R$ 26,00), de Araguari. A tábua de degustação de cachaças traz seis meias-doses de qualquer rótulo do cardápio — o preço varia de acordo com as garrafas escolhidas. Em alternativa às branquinhas, a carta de cerveja apresenta quarenta opções, entre as quais sobressai a Backer Medieval (R$ 12,60, 355 mililitros). Sequinho e crocante, o pastel com massa de mandioca faz escolta para as bebidas. O quitute está disponível nos recheio de carne, frango, mussarela, napolitano (R$ 2,85 cada um), carne de sol e camarão (R$ 3,30 cada um). Empanado no queijo de minas e gratinado no forno, o espeto de mandioca custa R$ 3,45. Em setembro deve ser inaugurado um empório que oferecerá todos os produtos vendidos na casa para viagem.

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE