Cartas

A opinião do leitor

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Capa da edição 2240 - O guru dos nerds
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Perfil

Tenho deparado cada vez mais com jovens que querem enriquecer rapidamente por meio da internet, principalmente os que ficam em casa (ociosos), na faixa dos 14 aos 16 anos, amparados por uma lei “hipócrita” do governo federal que diz que eles não podem trabalhar (“Um moço cheio de ideias”, 8 de abril). No caso do fundador do Easy Taxi, a história de persistência, o apoio familiar e os sócios foram os ingredientes para o bom resultado, e a internet apenas uma aliada. Mas o que esperar destes tempos tão imediatistas que estamos vivendo? O exemplo de vitória financeira, mas com pouca qualidade de vida do fundador do Easy Taxi (já que ele trabalha catorze horas por dia), mostra para os jovens que uma boa ideia pode valer milhões aliada à internet. O estudo tradicional serve apenas para enriquecer o currículo e, acredito, elevar o ego nas reuniões de família e entre amigos.

Felipe de Jesus

 

A VEJA BH traçou um perfil completo da minha vida. Mas que fique claro que não curto e não concordo com o título de guru. 

Tallis Gomes

 

Parabéns, Tallis. Você é um grande exemplo de empreendedor. Mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, você influencia as minhas ideias e a minha forma de ver o quanto o mundo pode mudar com a utilização correta da tecnologia. 

Cássio Reis

 

Educação

As denúncias sobre o tráfico de drogas serviram para a comunidade acadêmica da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich) perceber a ineficiência do modelo adotado em seus corredores (“Cadernos, livros e drogas”, 8 de abril). Fica evidente a tentativa de lidar com as diferenças existentes na sociedade. A faculdade não consegue, porém, lidar com as diferenças entre os seus próprios membros. Resta tentar acabar com os graves fatos denunciados por meio de muitos debates e medidas efetivas, sem deixar de ser uma faculdade de referência em relação às ciências humanas e às questões sociais.

Ives Teixeira Souza

 

Histórias da Cidade

Árvores enormes com pouco espaço para desenvolver suas raízes. Resultado: não ficam em pé mesmo (“Árvores no chão”, 8 de abril).

Ilka Afonso Reis

 

Belo-Horizontino Nota 10

Parabéns a Adriano Maio pelo trabalho em instituições que acolhem crianças carentes (8 de abril). Pelo visto, há males que vêm para bem, e a sua mudança pela qualidade de vida valeu a pena.

Alacir Maria

 

Crise hídrica

A Car Wash Uruguai deu um exemplo (“Deu nó na mangueira”, 8 de abril). Com a crise hídrica vivida pelo país, ficou inviável continuar o trabalho feito pela unidade Sion. Foi quando a empresa fechou as portas naquele local e continuou as atividades a todo vapor no Minas Tênis Clube I. Ecologicamente correto e com o mesmo tratamento vip de sempre.

Rodrigo Cade

 

Bares

Sou fã de carteirinha do Zé Pretinho, mesmo antes do bar (“Agito no morro”, 8 de abril). Espero que os novos visitantes saibam respeitar o ambiente assim como nós, que o tratamos como a nossa segunda casa. Vida longa ao restaurante.

Patrícia Caetano

 

Estive lá com amigos. O lugar é show de bola, assim como o almoço, a conversa, o visual e o chouriço. 

Lessandro Lessa Rodrigues

 

Luís Giffoni

A educação é, de fato, o que de mais importante se pode fazer pelo ser humano (“Escola pública”, 1º de abril). Infelizmente, a escola pública no Brasil é fraquíssima. E, quando nossa presidente assumiu o segundo mandato, qual foi o primeiro corte? Na educação. Quando leio as notícias sobre a corrupção que rola entre nossos políticos, penso em quantas boas escolas poderiam ter sido feitas, quantos hospitais. 

Vera Carvalho Assumpção

 

 

 

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE