Bichos

Bichos

Por: Thiago Alves - Atualizado em

Gustavo Andrade/Odin
(Foto: Redação VejaBH)

Eu e meu pet

Desde 2008, o estudante de ciências biológicas Rhandler Dornelles divide a cama com uma jiboia de 2,40 metros, a qual chama carinhosamente de Aisha. A serpente de 7 quilos, que é muito mimada pelo dono, já foi até passear na faculdade. "Sempre lhe trago bichinhos de pelúcia", conta Dornelles. Mas o que ela mais gosta de ganhar chega quinzenalmente: dois ratões brancos de laboratório. "Eu poderia lhe dar um coelho por mês, mas tenho dó", explica. A cobra foi presente de um amigo que não podia mais cuidar da criatura. "Se ele me pedir a Aisha de volta, não devolvo. Ela agora é parte da família."

www.cartoonbank.com/Charles Barsotti
(Foto: Redação VejaBH)
Roberto Loffel
(Foto: Redação VejaBH)

Nada de fofura

Para quem quer ter um animal de estimação e faz questão de fugir dos mais comuns - cães, gatos e peixes -, um réptil pode ser boa escolha. "Além de exigir poucos cuidados, o pet de sangue frio não precisa de banhos em lojas especializadas nem de passeios", diz a veterinária Marcela Ortiz. Antes de escolher o novo companheiro, porém, é preciso estar ciente dos hábitos do animal. Dúvidas sobre os costumes dessas criaturas poderão ser tiradas no próximo sábado (29), das 10h às 12h, durante o Encontro dos Répteis, na Animalle Mundo Pet, no Gutierrez (☎ 3292-8797).

Dica de especialista

Herdei o cão da minha mãe, e ele só aceita carinho do meu marido. Quando chego perto, ele rosna. O que devo fazer?

Maria Lídia, dona de um shih-tzu de 2 anos

De acordo com o terapeuta canino Humberto Araújo, o cão está se portando como "o líder da matilha". É preciso se impor e exigir respeito, com voz firme. Nunca demonstrar medo. "Só depois é que vêm o carinho e o afeto", afirma Araújo.

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE