Bichos

Bichos

Por: Daniela Nahass - Atualizado em

Veja
(Foto: Redação VejaBH)

A Última morada

Muitos donos não sabem o que fazer com o corpo do pet querido quando chega a hora do adeus. Na região metropolitana, há dois cemitérios onde se podem enterrar ou cremar bichos de estimação. Com uma área arborizada de 30 000 metros quadrados, o Cemitério Parque Bosque São Francisco de Assis (☎ 3201-5162), em Igarapé, oferece túmulos por preços que variam entre 400 e 600 reais, dependendo do tamanho. Já no Cemitério e Crematório dos Animais A Reviver (☎ 4127-1636), em Betim, eles custam 1 200 reais. A cremação coletiva sai por 450 reais e a individual, por 990 reais. "Nossos companheiros merecem um descanso decente", diz José Maria Camargo, dono do A Reviver. "Aterro sanitário não é lugar para animais."

Victor Schwaner/Odin
(Foto: Redação VejaBH)

Eu e meu pet

A empresária Denise Machado passou um aperto há três meses. Seu gato persa Berillo, de 3 anos, sofreu uma intoxicação por medicamentos e foi parar na UTI. "Ele quase morreu, mas se recuperou", conta, aliviada. O felino chegou à casa de Denise com apenas quarenta dias de vida e logo se tornou o centro das atenções da família. "Ele é um persa rara", brinca. O bichano é carinhoso com ela e seus filhos, Felipe e Joana, mas esnoba as visitas. Não quer saber de contato. "Berillo fica totalmente na dele."

Amputação proibida

Cortar o rabo de um cachorro é crime. A amputação de animais para fins estéticos está proibida, desde junho de 2013, pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). Profissionais ou clínicas que insistem na prática podem ser denunciados ao conselho. "Amputar um animal por motivo torpe é inadmissível", diz o presidente Benedito de Arruda. Também estão proibidas cirurgias para retirar cordas vocais, levantar orelhas e extrair unhas.

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE