Histórias da Cidade

Por: Cedê Silva - Atualizado em

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(Foto: Redação VejaBH)

Para manter a forma na praça

Não haverá desculpa para ficar parado. O circuito de aparelhos de ginástica que já funciona em dez praças da capital deve estar, até o fim do ano, em mais 303 dos nossos 480 bairros. "A meta é instalar uma academia a céu aberto em cada bairro de Belo Horizonte", promete o prefeito Marcio Lacerda. Na Praça Doutor Íris Alvarenga Valadares, no Belvedere, a proposta já atrai os moradores da região. Além dos equipamentos, a partir de 2013 os frequentadores desses espaços vão contar com o apoio de um profissional e um estagiário da área de educação física. Segundo a prefeitura, os monitores trabalharão entre segunda e sexta, no período das 6h às 8h e das 18h às 20h.

Divulgação
(Foto: Redação VejaBH)

Visto mais fácil

O visto para os Estados Unidos começa a ficar menos complicado para os mineiros. A partir de segunda (7), estará em funcionamento o Centro de Solicitação de Vistos, na Rua Maranhão, 310, em Santa Efigênia. Para quem quer apenas renovar, o posto poderá resolver tudo. Não será mais necessário viajar para São Paulo, Brasília ou Rio de Janeiro. Mas, para quem pretende pedir a permissão de entrada pela primeira vez, nada muda por enquanto. O anunciado consulado de Belo Horizonte não será aberto antes de 2014.

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(Foto: Redação VejaBH)

Lagoinha? Só por aqui

O belo-horizontino que pedir um copo lagoinha num bar fora daqui pode receber como resposta um olhar de absoluta estranheza. Só por aqui o recipiente de vidro é conhecido por esse nome. No resto do país, é chamado de copo americano, como foi batizado pela fábrica Nadir Fi­­gueiredo. Produzido desde os anos 40, ele lembrava um modelo comum nos Estados Unidos. O nome mineiro vem do bairro da Lagoinha, que foi o primeiro da cidade a receber o copo de vidro para venda, em uma loja na Praça Vaz de Melo.

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(Foto: Redação VejaBH)

Memórias

Os escritores Fernando Sabino (1923-2004), Hélio Pellegrino (1924-1988), Otto Lara Resende (1922-1992) e Paulo Mendes Campos (1922-1991) eram conhecidos como Os 4 Mineiros, nome do LP duplo que lançaram em 1981. No disco, os autores leem algumas das próprias obras. "Mas eles raramente funcionavam como um quarteto", conta o escritor Humberto Werneck. "Brincavam que eram sempre três a falar mal do ausente." No mês que vem, Werneck relança o livro O Desatino da Rapaziada, que completa vinte anos e conta a história de jornalistas e escritores mineiros, incluindo os quatro que se reuniram em 1986 para a foto acima.

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE