A opinião do leitor

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24 horas

Obrigada, VEJA BH, pela reportagem "A Beagá que não dorme" (26 de setembro). Vocês, a cada semana, ficam melhores. As fotos também estão lindas. Sucesso sempre!

Maria do Socorro

Marçal Duffles Teixeira

Estacionamentos

Gostaria de ver uma reportagem sobre a parte fiscal e financeira dos estacionamentos de BH ("Vagas que valem ouro", 26 de setembro). Que tipo de imposto pagam? São fiscalizados por algum órgão? Cobrar 12 reais por hora é esfolar o contribuinte. No meu caso, esse valor faz muita diferença.

Francisco de Paula Belato

Eleições

Fiquei aterrorizado com a reportagem "Precisamos pôr essa turma para trabalhar" (19 de setembro). Antes, eu imaginava que eram poucos os ruins, mas há apenas quatro vereadores sem nenhum processo na Justiça. Estou envergonhado. Nós, belo-horizontinos, achávamos que sabíamos votar, mas só sabemos ser enganados.

Marlúcio Salviano

É muito triste constatar a realidade da nossa política. Ser vereador deve ser muito bom. Ou não teríamos essa quantidade enorme de candidatos e quase 100% dos atuais fazendo tudo para continuar. Por essas médias, vimos que a reprovação foi em massa. É preciso renovar a Câmara Municipal e mostrar que não somos tão omissos como eles pensam. O último vereador, que tem média 1, está na Câmara há muitos anos. A quantidade de processos a que eles respondem e a evolução do patrimônio em pouco tempo são fatos assustadores e revoltantes.

Ana Maria Oliveira

Depois de ver tantos escândalos de corrupção na política e a impunidade reinando, serei muito mais rigoroso com o meu voto. Não vou dar conforto e riqueza a corruptos que depois das eleições ficam rindo da nossa cara. O mensalão está aí para fazer toda a sociedade brasileira refletir.

Karlson Rocha Silveira

Digna de elogio a defesa de nosso nobre vereador Arnaldo Godoy. Tenho acompanhado sua trajetória política (um deficiente visual) e concordo plenamente com o exposto por ele mesmo em sua resposta a esta revista, publicada na edição de 26 de setembro.

Oswaldo da Silva

Cris Guerra

Que delícia saborear os textos de Cris Guerra. Muito me identifiquei com "O coiso" (26 de setembro). Li e depois gargalhei sozinha diante das especificações no mínimo curiosas na agenda do meu celular.

Rafaela Marchezini Saliba

Gostei muito da crônica. Eu pensava que esses constrangimentos só ocorriam comigo. Certa vez, estava em um rito funerário, em uma cidade próxima de onde moro, e uma pessoa amabilíssima (na casa da qual estivera em um churrasco, mas não me lembrava disso) fez uma festa ao me reencontrar. Sabia que a conhecia, mas não me recordava de onde. Normalmente, meu truque para não esquecer é ligar pessoas a fatos, eventos ou filhos, mas nesse caso não funcionou. Como ela simpaticamente se aproximou de mim de novo e a caduquice começou a me incomodar, soltei a bomba: "E você? Está morando aqui?". Ela me olhou com decepção e disse: "Sandra, moro em Curvelo, sou mãe do Siqueirinha, não se lembra?". Amo o filho dela de paixão, adorei conhecê-la e não me lembrava dela. Então me saí com esta: "Ah, claro que eu me lembro, mas achei que tivesse uma casa aqui também... Vá saber!". Acho que, depois que temos filhos, o cérebro direciona os esforços para outras preocupações. Imagine eu, que tenho quatro — mais três gatos, dois cães e dois peixinhos!

Sandra Souza

Luís Giffoni

Li sua última crônica, "Eleições limpas" (19 de setembro), que, como todas as outras, estava muito boa. Seu fã-clube na peteca do Minas Tênis Clube vai crescendo. Coincidentemente, dezenas de associados, inclusive eu, abraçaram essa missão e estão apoiando, com nossa indicação e recomendação, candidatos que trabalham em uma eleição limpa e sem dinheiro.

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE