A opinião do leitor

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Inconfidências Mineiras

Para quem não conheceu Bethy Lagardère aqui em BH, quero registrar que, por sua beleza e altura, ela parava o trânsito nos anos 60 na esquina das ruas Cláudio Manoel e Rio Grande do Norte, onde morava ("Corte, costura e agulhadas", 28 de novembro). Lembranças...

Flávio Melão

Malhação

Sou assinante de VEJA e sócia-diretora da Nick Squash Fitness, uma das academias da cidade. Quero registrar que gostei muito da reportagem de capa "Para suar a camisa" (21 de novembro).

Míriam Soares Rezende

Luís Giffoni

Você traduziu de forma brilhante em sua crônica "Amigos para sempre" (28 de novembro) os sentimentos que ficam impregnados em nós, apenas um pouco adormecidos pelo tempo que passa. Sua receita realmente se mostrou eficaz. A reunião é uma agradável oportunidade para despertar antigas lembranças, recordar rostos e nomes, ouvir e contar casos. E esse é um remédio que não provoca overdose, podemos repetir.

Júlio Amaro

Já admirávamos seu trabalho de cronista, de escritor, de registrador do dia a dia da nossa vida. Agora, por uma coincidência muito frutuosa, seu texto "Amigos para sempre" chega em um momento importante da vida dos formandos de 1972 da Faculdade de Direito da UFMG. Quarenta anos se passaram e nós também vamos nos reunir para a comemoração. Sua crônica fala das palavras que cada um de nós está dizendo ao outro. Virão colegas de vários cantos do país, que se tornaram "todos jovens adultos". Parabéns por sua competência e muito obrigado pela unção benigna de fé, entusiasmo, esperança e emoção que nos propiciou.

Eustáquio de Godói Quintão

Só um texto tão bonito merece a última frase: "Se o corpo não vence o tempo, há sentimentos que permanecem incólumes. A amizade é um deles". Só uma frase tão bonita merece fechar um texto como esse. Lindo.

Maria Bale

Parabéns pela crônica, Giffoni. Tal qual Merlin, você profetizou: após quarenta anos, os cavaleiros civis da EEUFMG-1972, convocados pelo rei Arthur, incorporado no Eduardo Chocô, reuniram-se em torno de uma távola para prestar conta de suas missões. Quase todos se fizeram presentes. Alguns, com a excalibur encravada, não puderam comparecer. Outros poucos concluíram cedo sua tarefa e já foram levados para Avalon pela Dama do Lago, mas foram reverenciados com vários brindes. O graal foi revisitado. Amigos para sempre!

Ronaldo Cortez de Paula

Detestei esse texto. Odeio que me botem saudade olho adentro em um sábado de manhã. Odeio coisas bem escritas, assuntos pertinentes, que me emocionam.

Cláudio Martins

Sua crônica me levou às lágrimas.

Jorge Saffar

Lendo sua última crônica em VEJA BH, senti-me incluído. Faço parte da turma de 1965 da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, que, 47 anos depois, ainda se encontra todas as primeiras quintas-feiras de cada mês no varandão do Minas Tênis Clube. Não há marcação antecipada nem telefonemas. No dia determinado, sem saber e sem imaginar quem comparecerá, sempre encontramos entre sete e catorze colegas já marcados pelo tempo. Voltamos ao passado com a alegria e as gozações de estudantes que estavam concentradas em nosso coração. Muitos nos deixaram, o que não nos impede de celebrar os encontros com lembranças e recordações vividas por todos.

Nilson Luiz Labruna

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE