A opinião do leitor

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Cavalos

Gostaria de parabenizar a repórter Paola Carvalho pela excelente matéria "Trotes, galopes e saltos" (20 de fevereiro). A abordagem sobre o mundo dos cavalos foi muito bem elaborada e a repercussão aqui na Hípica Top Team tem sido impressionante. Nós, amantes dos cavalos, só temos de agradecer a oportunidade.

Sérgio Marins

Noite

A ação fiscalizadora nas casas noturnas da cidade é muito boa ("Onde mora o perigo", 20 de fevereiro). No entanto, espero que não seja uma coisa de momento, como o que ocorreu quando do incidente do Canecão Mineiro. A fiscalização tem de ser constante e não somente quando existe um fato de repercussão nacional, como o de Santa Maria (RS).

Eduardo Pereira da Silva

Sacolinhas

VEJA BH prestou um bom serviço ao divulgar a política dos supermercados em relação às sacolas plásticas (Histórias da Cidade, 20 de fevereiro). O ideal seria que se ampliassem os espaços para discussão, dando mais voz ao consumidor. É difícil aceitar o discurso de que a interrupção no fornecimento de sacolas tenha o único propósito de preservar o meio ambiente. Se assim fosse, os supermercados se recusariam a receber cargas de mercadorias embaladas em plástico, não forneceriam sacos plásticos para armazenar hortifrútis e, principalmente, rejeitariam a venda de sacos plásticos para lixo doméstico (destino que a maior parte dos consumidores dá às sacolas). O grande benefício da atual política é que alguns consumidores inconformados, como eu, estão descobrindo redes de supermercados que antes não frequentavam e percebendo que elas podem oferecer mais vantagens do que sacolas plásticas biodegradáveis gratuitas. Em razão disso, tenho ampliado minha percepção sobre a diferença de preço de produtos de uma mesma marca em vários estabelecimentos. Há males que vêm para o bem.

Denise Gonçalves

Saúde

Nunca recebi um tratamento tão respeitoso e humano como no Sofia ("Sem luxos no parto", 20 de fevereiro). Tive meu filho lá há três meses. Ele nasceu na água, nos braços do pai. Fui orientada por uma enfermeira obstetra e nem tenho palavras para tanta gratidão.

Fabiana Consani

Agradecemos à repórter Luisa Brasil o resgate da importância da mulher nas escolhas durante a gestação e o nascimento. Afinal, o protagonismo nesse caso tem de ser da mulher.

Camilla Luz,

Assessora de imprensa do Hospital Sofia Feldman

Mineirão

Na reportagem sobre a reinauguração do Mineirão, faltou incluir na relação de problemas a ausência de banheiros químicos na área externa do estádio, já que os torcedores ficaram impedidos de entrar logo que chegaram ("Ainda tem de melhorar", 13 de fevereiro). Deveria ter sido lembrada ainda a questão dos ambulantes, que, às centenas, invadiram nossos passeios, vendendo cerveja, fazendo churrasco e urinando em todos os lugares possíveis. Banheiros químicos são necessários para qualquer evento numa cidade civilizada. A prefeitura e o grupo Minas Arena têm de resolver quem assume a responsabilidade pela desodorização das ruas próximas e pela colocação dos banheiros.

Elisabeth Dubal

Luís Giffoni

Adorei a crônica "Carnaval no céu" (20 de fevereiro). Ela me remeteu ao Bloco das Virgens, que sai na segunda de Carnaval, lá em minha terra, Itaguara. O figurino das belezuras já foi melhor, porque o look incluía bolsa, bijuterias, sapatos de salto, boca vermelha mandando beijinhos e aquele olhar lânguido quase prometendo o céu. Hoje, é uma caricatura da caricatura. O texto foi rápido, direto, bem- humorado e bem construído, deixando um perfume feito com essência de riso, de vida, de lágrima e de saudade.

Neusa Sorrenti

Parabéns pela delicadeza do texto. Achei-o comovente, e olhe que não sou assim a deslumbrada pelo Carnaval.

Cláudia Brito

Contado com humor e carisma, esse "causo" de Carnaval foi o melhor texto sobre o assunto que eu já li.

Adriana Oliveira

A crônica está divertidíssima. Haja criatividade para soltar coisas como "ego, superego e a franga" com tanta graça.

Ibsen Cookie

Recordei-me dos carnavais em Baependi... Tínhamos exatamente essas figuras perambulando pelas ruas, algumas delas até no momento das cinzas de quarta-feira. Quanto ao céu, lembro-me sempre daqueles que se foram e às vezes imagino, pensando musicalmente, que por lá deve estar bem melhor.

Rossana Nicoliello Pinho

Cris Guerra

Gostei muito da crônica "Nada a declarar" (13 de fevereiro). Acho que muitas pessoas se encaixam no perfil descrito no texto.

Tiago Santos Araujo

Clubes

No dia 23 de janeiro, VEJA BH publicou na coluna A Opinião do Leitor meu protesto sobre a não inclusão da Associação Atlética Banco do Brasil de Belo Horizonte (AABB-BH) na reportagem "As praias de BH" (2 de janeiro). Posteriormente, fui informado no clube de que o equívoco ocorrido nada teve a ver com VEJA BH, e sim com o nosso departamento social, que foi procurado pela revista mas não a atendeu. Meu respeitoso pedido de desculpas pelo equívoco de nossa parte. Na oportunidade, informo que a AABB-BH é um agradável patrimônio de lazer sempre à disposição da sociedade belo-horizontina. Para o conselho de administração e para todos os associados, será sempre um grande prazer recebê-los, assim como a qualquer um que queira nos visitar.

Orcelino Andrade

Divulgação/Rodrigo Câmara
(Foto: Redação VejaBH)

Passado revelado

A coluna Histórias da Cidade (Memória, 20 de fevereiro) mostrou o esforço do fotógrafo Rodrigo Câmara para localizar os descendentes de Aristeu (o único nome que ele pôde identificar), que aparece nos negativos da década de 30 comprados por ele em um antiquário. Nesta semana, VEJA BH recebeu três mensagens de familiares que narram a mesma versão sobre o senhor sempre elegantemente vestido. Trata-se de Aristeu Lodi. Segundo Marco Aurélio Savassi Longo, ele era um renomado alfaiate na cidade. Filho de imigrantes italianos, casou-se com Laurita Savassi, herdeira de uma tradicional família mineira. Na foto, o casal aparece ao lado da mãe de Laurita, Rosa Maria Savassi, bisavó da leitora Andréa Cioglia. "Os fundadores da Padaria Savassi, Hugo e Juca, também eram seus filhos", diz Andréa. A casa em que foi feita a foto ficava na Rua Araguari, no Barro Preto, onde Rosa morava com o marido, Achilles, tio-avô de outro leitor, Luiz Otávio Savassi Rocha. "Fiquei emocionado e agradecido pelo resgate de nossa história", escreveu Rocha. Missão cumprida, Câmara agora pretende editar um pequeno álbum com as cópias dos negativos para entregar aos familiares. "Foi maravilhoso conhecer um pouco desse passado", afirma.

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE