A opinião do leitor

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› Feira Hippie

Concordo com o projeto dos Bombeiros, pois precisamos priorizar a segurança na Feira Hippie ("Dia de compras", 7 de agosto). Acho, porém, que ela deveria ocupar um espaço maior da Avenida Afonso Pena para que os clientes pudessem circular melhor. Adoro passear por lá, mas é inviável fazer isso em determinados horários devido ao grande fluxo de pessoas.

Valéria Coutinho

Nossa feira precisava de uma reportagem bacana como esta. Ela cresceu graças à seriedade das pessoas que aqui trabalham. Fiquei muito satisfeito.

José Reis

› Gruta do Maquiné

Como faço todos os anos, visitei em julho a Gruta do Maquiné ("Túnel para a pré-história", 7 de agosto) com um grupo de turistas de Campinas. São 650 metros de extensão de rara e colorida beleza, com figuras formadas ao longo de milhares de anos, que desafiam a nossa imaginação.

Wilson Ferreira

› Minas, São Muitas

É gratificante ver que as riquezas da arquitetura barroca de Santa Bárbara ("O berço de Afonso Pena", 7 de agosto) estão preservadas. Assim se conhece a história do Brasil.

Maria da Conceição Lanna

› Monte Verde

Eu e minha mulher fizemos uma viagem a Monte Verde para saborear as dicas da reportagem "Charme da serra" (10 de julho). Para nossa decepção, porém, não tivemos tratamento cortês em nenhum ponto da cidade e, pior, corremos risco de vida no hotel (de alto custo), que parece não fazer manutenção do sistema de calefação dos chalés. Acordamos intoxicados pela fumaça negra. Não foi o passeio romântico que programei. Ficamos frustrados. A equipe de VEJA BH fez um belo trabalho, senti-me motivado a conferir os locais pontuados na edição, mas não consigo acreditar que aquela cidade vive do turismo. Em vez de receberem bem os turistas, os empresários do setor parecem mais interessados em aparecer em reportagens e hospedar astros da televisão.

Renato Henrique Semensatto

› Cris Guerra

Moro no interior e me permito alguns rituais. Entre eles, comprar VEJA no domingo pela manhã, antes de sair para pedalar. A leitura fica para a segunda à noite. Se soubesse do conteúdo do texto "Sobre a arte de precisar" (7 de agosto), teria quebrado a regra e lido em cima da bicicleta. Adorei. Belas palavras.

Otaviano Malta

Sempre leio suas crônicas e as utilizo em sala de aula. Você escreve de uma forma tão profunda que sinto sua alma viajando, escolhendo as palavras, colocando a pontuação e escrevendo o que precisamos ler e guardar no coração.

Maísa Augusta

Quanta beleza mora na tua escrita! Como ela me faz bem. Lindo texto, lindíssima escritora.

Annabel das Neves Fernandes

Parabéns pela última crônica. Foi muito legal a forma como citou a necessidade de ajuda que todos nós temos.

Spartacus Pozzolini

› Luís Giffoni

Nada como um relógio para tirar o sossego da gente. Sua crônica "Um antropófago em casa" (31 de julho), sozinha, vale por muitos. Temos aqui em casa, só na sala, dezesseis relógios. E apenas o menorzinho em funcionamento. Quinze outros não passam de grandalhões ociosos. Com toda essa relojoaria, quase sempre chegamos fora de hora a nossos compromissos.

Nísia e Humberto Carvalho

Correção: o nome da academia de dança da professora Lúcia Vieira ("Belo-horizontina Nota Dez", 7 de agosto) é Compasso.

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE