A opinião do leitor

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UFC

Como fã de lutas e de esportes de combate, gostei muito de ver o UFC 147 na capa da revista e mais ainda do fato de ele estar sendo rea­lizado em BH ("O bicho vai pegar", 20 de junho). Acho importante a cidade receber eventos dessa magnitude, que a inserem cada vez mais no circuito internacional, por mais que isso tenha ocorrido, como diz a reportagem, em função de uma série de coincidências.

Glauco Bertu

Achei sensacional BH conseguir sediar um evento do porte do UFC, não apenas por eu ser um fã de MMA, mas pela visibilidade que o torneio traz para a cidade. Milhões de pessoas assistem às lutas ao redor do mundo. O fato de também sermos uma das principais sedes da Copa será muito positivo para atrair a atenção dos turistas e investidores. Belo Horizonte carece de grandes eventos, principalmente por causas estruturais, mas parece que o cenário está mudando e passando a ser mais animador.

Paulo Siebra

Com o devido respeito que merecem tanto os apreciadores de lutas quanto VEJA BH, o título "A capital da pancadaria" não faz jus à nossa cidade. Ela já vem sendo chamada de "A capital dos botecos", o que também não reflete o lugar que queremos para viver. Na minha opinião, seria um grande avanço se voltássemos a usar o elogio "Cidade-jardim".

Fernando Silva

Luís Giffoni

Adoramos saber que há alguém que tem coragem de não somente expor, mas também criticar o absurdo em que se encontram nossas calçadas ("Coitado do compadre jacaré", 20 de junho). Para onde vão os tantos impostos que somos obrigados a pagar por melhorias que nem são feitas? É realmente necessário que o governo se preocupe não só com os motoristas, mas com os pedestres também. Se a prefeitura cuidasse das calçadas, talvez não aparecessem tantas pessoas nos prontos-socorros com fraturas, formando grandes filas. Além disso, a qualidade de vida de muitos melhoraria. Também gostaríamos de destacar a si­tua­ção de cegos, deficientes físicos e idosos, que têm de ficar driblando raízes de árvore, fendas e buracos nas calçadas, como foi mencionado na crônica.

Laura Bráulio Moreira Roberto e Elisa Dall'Orto Figueiredo Piuzana, estudantes do 8° ano do Colégio Loyola

Cris Guerra

Sou mineira com muito orgulho e tive a oportunidade de viver em São Paulo de 1989 a 1996 ("Pequenópolis", 13 de junho). Sinto que Belo Horizonte é outra, de dezesseis anos para cá. Profissionalismo e pessoas competentes não faltam. Gente de talento também não. O mineiro precisa romper seu silêncio. Temos competência e podemos realizar aqui em BH festivais, congressos e encontros, além de valorizar nossa gente maravilhosa.

Isabel Jimenez

Nos meus tempos de criança, eu morava na Rua Alvarenga Peixoto, esquina com a São Paulo, de onde os meninos da turma costumavam despencar com seus bólidos ("Infância desconectada", 30 de maio). Um belo dia, o namorado da nossa cozinheira me deu um desses carrinhos, que ele mesmo havia construído com muito engenho. Meu velho logo vociferou: "Nem pense em andar na rua... só no quintal!". Quem disse que escutei? Na primeira oportunidade, juntei-me aos outros garotos do bairro e lá fomos nós ladeira abaixo, desde o Colégio Estadual até o início da balaustrada do Córrego do Leitão. Quando cruzei a linha de chegada, lá estava meu pai, com cara de poucos amigos. Pegou o meu carrinho, ainda brilhando de tão novo, e o atirou nas águas poluídas do tal ribeirão. E nunca mais. Lógico, depois ainda rolou uma surrinha básica. É uma lembrança que trago da minha infância. E olhe que nem deu tempo de ralar os joelhos.

Helmut Gondim

Ler a crônica sobre o carrinho de rolimã me fez lembrar de quando eu mesmo morava na Rua Curitiba e, com meus irmãos, colocava tábuas com sebo no morro da Rua Alvarenga Peixoto para deslizarmos sobre o piso de paralelepípedos. Minha mãe vendeu a casa a uma construtora e hoje existe ali um prédio. Toda vez que passo em frente dele, eu me recordo com muita saudade dos bons tempos da infância.

Raul Ruas

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE