A opinião do leitor

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Crianças

A reportagem sobre os programas de férias ficou muito bacana ("Para não ficar em casa", 4 de julho). Diversos clientes nossos elogiaram, dizendo que está bem completa e variada, para todos os gostos e bolsos. Adoramos fazer parte dela.

Luciana Santiago e Cristiane Melgaço,

Livraria Corre Cutia

Sacolas plásticas

Quando os supermercados de Belo Horizonte vão desfazer o engodo que cometeram com seus clientes, como ocorreu em São Paulo ("Sacola proibida", 4 de julho)? Tiraram as sacolas, que tinham o custo embutido no preço das mercadorias, e passaram a vendê-las. Brigaram para tirar o que era dado e esqueceram as centenas de embalagens plásticas de outros produtos. Muy amigos, não?

Jefferson Ribeiro

Lei Seca

Não consigo entender a lógica dessas blitze da Lei Seca ("Mais rigor contra o álcool", 4 de julho). Antes de mais nada, quero esclarecer que não sou a favor do motorista que dirige embriagado. Mas Belo Horizonte tem uma média diária de mais de dois assassinatos. Assaltos ocorrem à luz do dia em diversos locais da cidade, como Savassi, Centro e Santa Efigênia. Automóveis já não podem ser estacionados em vários pontos da capital, pois são danificados por marginais menores (e até maiores) de idade para furto de aparelhos de som e outros objetos. Enquanto isso, um contingente expressivo da Polícia Militar está envolvido nessas blitze. Quantas mortes ocorrem em Belo Horizonte diariamente em decorrência de acidentes com motoristas embriagados? Os dados justificam essa mobilização da PM, ou é só porque ela tem a cobertura da mídia? Circulem por Belo Horizonte e verifiquem se há policiamento ostensivo em qualquer lugar. Certamente não há. Acredito que devamos abandonar a hipocrisia e pôr a PM para fazer o que é realmente necessário, ou seja, trabalhar para garantir a segurança da sociedade. Blitze da Lei Seca devem ser feitas para verificar também porte de arma, posse de drogas e furtos de automóveis e motos.

Gilson Antonio

Domingues de Macedo

Luís Giffoni

Muito legal a crônica "Marinheiros de primeira viagem" (4 de julho). O texto leve fotografa com olhar amoroso a primeira viagem aérea de um casal que vai a São Paulo comprar o enxoval da também primeira filha, Luana. Com a leitura da crônica sobre esse evento novo na vida de milhões de brasileiros, o autor nos faz refletir a respeito do nosso país e do mundo que acolherá a menina. Que as Luanas brasileiras possam viver em um país cada vez mais justo, em um mundo sem fronteiras, que tenham pais afetivos e aprendam a ler em boas escolas para voar também nas asas dos bons cronistas.

Graça Sette

Gostaria de parabenizar o cronista Luís Giffoni pelo texto que retrata a realidade das calçadas e ruas de BH ("Coitado do compadre jacaré", 20 de junho). Realmente é uma vergonha! Morei em Brasília, e o calçamento da capital federal é dezenas de vezes melhor que o nosso. Calçadas intransitáveis e ruas esburacadas ou remendadas fazem parte do cotidiano do belo-horizontino. Haja suspensão de carro para aguentar tal pressão!

Fernando Soares Salgado

Correção: a carteira de tressê publicada na coluna As Boas Compras de 4 de julho custa R$ 195,00 e está à venda na loja Joana Paixão (Rua Tomé de Souza, 981, loja 2, Savassi. ☎ 3261-2257.)

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE