A opinião do leitor

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Histórias da Cidade

Só mesmo um clube sem história pode pretender ter Ronaldinho Gaúcho entre os dez maiores craques de todos os tempos ("Dos picadeiros para os campos", 14 de novembro). Quanta falta de memória! O que esse cara conquistou por aqui? Só mais uns milhões. Na galeria de poucos títulos importantes do Galo ficou apenas mais uma frustração. Pobres atleticanos...

Eder Aguiar Silva

Luís Giffoni

A crônica de Luís Giffoni da edição passada de VEJA BH, "O fim do mundo" (14 de novembro), aborda em última análise um temor humano antiquíssimo: a morte. A Terra vai indo bem, obrigado, por mais de 4 bilhões de anos. O fim do mundo acontece quando cada um de nós morre. E não há coisa alguma a fazer, exceto aproveitar cada dia que Deus nos dá. Carpe diem!

Fernando de Oliveira

Como sempre, fantástica a viagem que fiz pelo seu texto, caro Luís. Para mim, a abstração do fim é nosso desejo mais íntimo. Sonhamos com um fio que nos emende no começo, um fim pirotécnico do qual possamos sair imunes à nossa própria tragédia. Se assim conseguirmos, seremos heróis nesse fim de mundo, em uma eufórica despedida do passado mais que perfeito rumo a um presente — simples, de preferência. Se o fim não vem — ou se ao menos não bebemos dessa abstração —, vivemos um futuro do pretérito, aquele sonhado encontro com uma nova chance na vida. Você me fez sonhar com seu texto. E o fim, sem dúvida, finalmente é começo.

Rossana Pinho

Talvez o fim do mundo seja adiado para não prejudicar a inauguração do novo Gigante da Pampulha!

Durval Augusto de Souza Júnior

O fim do mundo começou há milênios. Só não sabemos quando vai acabar. Parabéns pela crônica.

Adriano Macedo

Bom saber que não aparecem somente por aqui nos Estados Unidos, onde vivo, essas notícias loucas sobre o fim do mundo. Ainda bem que temos mais tempo, pois quero visitar o Brasil muitas vezes mais.

Chapell Holly

Gostei muito da sua crônica "O sabiá e a gente" (17 de outubro), principalmente da conclusão: "Para gente ou ave, a vida, no fundo, no fundo, é a arte e a ciência de construir ninhos e criar filhotes". Tive uma experiência semelhante e meus hóspedes retornaram, reformaram e usaram aquele ninho por três ou quatro anos. Sou engenheiro, portanto não fiz uma crônica. Fiz um relatório com acompanhamento fotográfico, passo a passo, mas cheguei a conclusões semelhantes às suas. Parabéns.

Clênio Afonso Guimarães

Cris Guerra

Depois de ler sua crônica "A cidade afetiva" (24 de outubro) e a repercussão na seção A Opinião do Leitor da edição seguinte, eu me animei a enviar esta mensagem de parabéns. É um texto carregado de emoção, sentimento e bucolismo. Sensibilizou-me. Sou da geração do seu falecido pai e do Haroldão, que a inspiraram a escrever aquelas lindas e sábias palavras. Por coincidência, talvez na mesma semana em que ensaiava a sua narrativa, recebi um e-mail de um amigo de longa data, sobre a época do curso primário, hoje ensino fundamental. Fez-me retornar ao passado, na histórica São João del Rei, onde cursei o primário no Grupo Escolar João dos Santos, que ainda está de pé, resistindo heroicamente ao sucateamento da educação.

Ivan Bini Dutra

Aguardar por suas crônicas é como esperar por uma amiga muito querida com ansiedade, com o coração cheio de saudade. Lendo "A cidade afetiva" eu me senti abraçada por suas emoções ao rever o Haroldão, amigo querido de seus pais. Você traduziu perfeitamente todas as emoções. Foi tão forte que chorei ao recordar pessoas da minha convivência, que se foram ou que ainda estão entre nós. Lembrá-las ou revê-las é perceber que tudo o que passamos de doloroso no decorrer da vida vale a pena.

Patrícia Rudge Pereira Arnaut

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE