A opinião do leitor

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Roteiro da Semana

Sou leitora assídua de VEJA e agora também de VEJA BH. Moro em São João del Rei, mas, por causa de um problema de saúde, me vi obrigada a procurar tratamento médico em Belo Horizonte. Fico impressionada com o volume de pessoas do interior e até de outros estados que procuram a cidade para consultas, exames e cirurgias. Aprendi, durante o tempo de viagens constantes à capital, a conhecer e valorizar ainda mais nossa cultura, entremeando meus tratamentos com visitas a museus, exposições, salas de cinema e restaurantes. Nesse quesito, a revista tem sido de um auxílio fantástico. Fico sempre à espera da nova edição a fim de poder elaborar o roteiro da próxima ida à capital.

Ana Lúcia de Andrade Reis

Sou proprietário do Casarão Beer, na Avenida Fleming, e deparei com uma reportagem chata ao ler VEJA BH desta semana ("Fora do ponto", 21 de novembro). Pelo que entendi, tive o prazer de receber o crítico de bares Rafael Rocha em minha casa, porém numa circunstância atípica. No dia 8, duas das três funcionárias da cozinha faltaram porque ficaram doentes. Tentamos conseguir substitutas, mas não tivemos sucesso. Casos assim fazem com que as casas trabalhem de forma totalmente precária. Por causa disso, ele recebeu um petisco sem sabor que, além de tudo, demorou para chegar à mesa. Foi realmente algo inesperado, como explicou nosso gerente. Aproveito para convidar o jornalista a retornar ao Casarão Beer para comprovar que nossos petiscos, bem como nosso atendimento, nem de longe se parecem com o que foi experimentado. Uma de nossas premissas é saber ouvir o cliente e melhorar no que estiver ao nosso alcance. O excelente atendimento é nosso grande trunfo. Espero ser merecedor de uma nova visita.

Fábio Leonardo Dias da Silva

Cris Guerra

Pela foto pequena no alto da página, vejo que Cris Guerra é bem jovem. Mas é sensível e talentosa. Sua crônica "Para ler com os ouvidos" (21 de novembro) me levou de volta à minha adolescência por meio de recordações muito boas. Relembrei com imensa alegria a construção da praça em frente à minha casa, no interior de Minas. Todos os dias, eu ia ver as novidades. E foram muitas: cerca viva de fícus ladeada por quatro lindos chorões, passarelas de areia branca, alambrado para proteção de pequenos animais e aves e, o melhor, o barzinho Quitandinha, de onde vinha música das 19 às 22 horas. Que delícia. Entendo você perfeitamente, Cris Guerra. Como é bom viver assim, com prazer. Hoje, revivo esses momentos felizes nas boas praças de BH.

Iara Henriques

Adorei sua crônica "Mãos" (29 de agosto). Dou muito valor a uma mão dada, pois nela encontro segurança, afinidade, companheirismo e muito amor. E foi isso que encontrei em seu texto. Parabéns.

Fernanda Pacheco

Luís Giffoni

Sou seu leitor há bastante tempo, Luís Giffoni. O primeiro livro que li, há dez anos, foi o Adágio para o Silêncio, que é meu favorito. Gosto de autores que não têm receio de escrever sobre a angústia que é viver como ser humano. Relembrando Kafka: "O sentido da vida é que ela acaba". Foi uma surpresa descobrir que está escrevendo em VEJA BH. Gostei de "O fim do mundo" (14 de novembro). Mais uma bobagem que ganha asas e vira, como quase tudo, objeto de consumo para todos os gostos. Chega a ser cômico, não? Como aquelas previsões feitas por superbruxos e gurus no início de cada ano, prevendo... absolutamente nada. Parabéns pelo seu trabalho.

Andre Rocha Cançado

Correção: o prato de porcelana identificado na coluna As Boas Compras (21 de novembro) como sendo do Verleun Estúdio Criativo é da loja La Cucina (Ponteio Lar Shopping, ☎ 3286-4066) e custa R$ 119,00 o jogo com vinte peças.

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE