A opinião do leitor

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Aniversário de BH

A reportagem de capa da última edição ("A cidade que eu quero", 12 de dezembro) me trouxe uma natural inquietação sobre os fatos que clamam por atenção mas, invariavelmente, passam ao largo das preocupações dos homens públicos. Meses antes das eleições, atendendo a reiteradas solicitações da associação de moradores do Santo Agostinho, a prefeitura promoveu o recapeamento de várias ruas do bairro. Novas faixas de pedestres foram pintadas. Tudo ficou uma beleza. Após o processo eleitoral, porém, para surpresa e tristeza de quem mora por lá, as vias novas em folha foram tomadas por obras da Gasmig, Cemig e Copasa, num misto de desordem, sujeira e barulho. Tudo o que estava recuperado voltou à condição de antes. As ruas estão cheias de crateras que, com as chuvas, vão ficando maiores a cada dia. Se eu fosse prefeito por um dia, cuidaria de reparar esses malfeitos. O desrespeito ao dinheiro público me causa indignação.

Vinicius Moreira Mitre

Roteiro da Semana

Quero parabenizá-los pela escolha dos restaurantes indicados. Estive no japonês Kinoko, no Buritis, e achei-o excelente, com um atendimento diferenciado e uma equipe muito bem treinada ("Japonês na esteira", 7 de novembro). A comida estava maravilhosa. Adorei o prato com hadoque fotografado.

Rosane Andrade

Luís Giffoni

Depois de ler sua última crônica ("Me engana que eu gosto", 12 de dezembro), pergunto de que adianta esse traço do mineiro de sempre ser desconfiado. No final das contas, a gente acaba comprando gato por lebre.

Raphael Romanizio

Servi no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR), aqui em Belo Horizonte, em 1998. Foi um ano muito intenso, com boas e nem tão boas lembranças. O tempo passou, mas eu e meus cinco colegas mais próximos mantivemos contato, nos vendo duas ou três vezes por ano ("Amigos para sempre", 28 de novembro). Em 2008, com o auxílio das redes sociais, resolvi fazer uma festa de dez anos. Nossa turma tinha 100 alunos e, na comemoração, reunimos 37. Foi muito revigorante. Até me concederam a patente de general, por liderar essa turma. Meus amigos e familiares hoje sabem o apreço que tenho pelo Exército e continuam com esse apelido carinhoso. Fizemos vários outros encontros e festas. Somos a turma de ex-alunos mais numerosa e sempre presente em eventos militares. Foi muito bom saber que o que vivemos é sentido por várias turmas nostálgicas.

Wilson Silveira

Cris Guerra

Identifiquei-me muito com seu texto "Segurança, esse perigo" (5 de dezembro). Já me preocupei muito com essa "segurança", mas o tempo passou e me vi com casas e sem conteúdo. Com reservas financeiras, mas triste e sem argumentos para conversar com meus filhos. Show de bola, super-Cris.

Elimar Corrêa

Mesmo sem conhecê-la pessoalmente, já me sinto sua amiga de alma, Cris. Parabéns e obrigada pe­­las crônicas com as quais nos presenteia quinzenalmente. Elas aquecem o coração.

Ana Cristina Castanheira

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE