A opinião do leitor

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› Comida di Buteco

Adorei! ("Disputa de sabores", 17 de abril.) Sou mineira e resido há algum tempo no interior do Rio de Janeiro. Infelizmente, por aqui não há muita novidade. Morro de saudade do jiló na chapa do Mercado Municipal e daqueles abacaxis descascados, cortados na hora e colocados no espeto.

Lu Fonseca

› Trânsito

O pedestre, em BH, tem de ser muito corajoso para atravessar na faixa e achar que os carros vão lhe dar a preferência ("Olha só o perigo", 17 de abril). O motorista daqui é o pior que eu conheço, o mais mal-educado. Dá inveja quando vamos a outros países, principalmente europeus, e vemos o pedestre ser respeitado, com todos os carros diminuindo a velocidade nos cruzamentos e dando a preferência onde há faixa. Duvido muito que uma simples campanha vá resolver o problema. Acho que somente uma boa educação, desde a infância, trará resultados. Ou seja, apenas as próximas gerações, caso tenham essa educação, poderão desfrutar essa demonstração de civilidade.

Henry Castro

Sempre tenho de prestar atenção, mesmo quando faço a travessia na faixa que não tem semáforo, em que a preferência seria minha. Tudo isso por causa de motoristas que se acham os donos da rua.

Alexandre Caminha

› Cristo Rei

BH tem muitas igrejas e sua catedral, a Boa Viagem (Histórias da Cidade, 17 de abril). Elas estão, infelizmente, cada vez mais vazias de fiéis. Então, para que uma nova catedral? Esse dinheiro poderia ser mais bem empregado nas igrejas já existentes.

Jeff Ribeiro

› Luís Giffoni

Adorei a sua crônica "Comi daquilo?" (17 de abril), sobre os famosos self-services de Belo Horizonte. Sou chef de cozinha e prezo a higiene e todos os processos de manipulação segura. É aquela máxima que diz que o que os olhos não veem... o estômago e o intestino sentem, e muito. Sua crônica é um alerta, já que o tempo é curto e o almoço tem de entrar a duras penas em intervalos em que mal dá para apreciar os sabores ou mesmo observar limpeza, cheiros etc. É muito triste quando deparamos com as cenas por você tão bem descritas ou quando alguém retorna com o alimento que vai ao chão para ser servido novamente. Treinamentos são feitos e nutricionistas atacam de todas as formas para que nada saia dos padrões. Mas quem manipula pensa bem diferente, principalmente por nem sempre comer a mesma refeição que os clientes. Falta de responsabilidade? Falta de consciência? Falta de educação? Não sei. Só sei que tudo isso sempre começa quando o próprio dono reflete a sua forma de trabalho na cozinha. Sobram a ignorância, a prepotência em achar que nada vai acontecer e clientes insatisfeitos.

Luciana Gomes Henriques

Que sua crônica sirva de motivação para que os restaurantes de balança priorizem a consciência sobre a higiene em qualquer circunstância. Mas que não usem isso para justificar mais um aumento de preço. Vivam os muitos quilos baratinhos e limpinhos, os nossos favoritos!

Adriana Oliveira

Gostaria de acrescentar que, em outra oportunidade, você poderia dar ênfase ao fato de muitas pessoas conversarem com os braços sobre os pratos e bandejas expostos nas bancadas de self-service, o que também contamina os alimentos. Parabéns pelas crônicas tão bem escritas.

Flavio Silva (Melão)

Depois de ler sua crônica, cheguei à conclusão de que sou um sobrevivente. Por enquanto...

Gabriel Herlanin

As crônicas de Luis Giffoni, além da qualidade literária, ora trazem humor, ora informação crítica e, muitas vezes, unem tudo isso, para o regozijo do leitor. Trata-se de um olhar atento ao nosso cotidiano. Pena que se repita apenas de quinze em quinze dias!

Luiz Carlos Junqueira MacielEscreva para nós

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE