A opinião do leitor

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Cervejas artesanais

Gostei demais da reportagem sobre as cervejas artesanais fabricadas em Minas ("Loiras, ruivas e morenas especiais", 2 de janeiro). É bom saber que temos produtos de extrema qualidade feitos aqui mesmo, no nosso quintal. Algumas marcas eu já conhecia, outras não - nem sabia que eram produzidas no Brasil, muito menos aqui no estado. Espero que venham mais rótulos e que todos os existentes possam ganhar novas fronteiras. As dicas dos lugares onde provar as cervejas também foram uma boa ideia. Eu vinha curtindo fazia um bom tempo as matérias sobre bares e restaurantes da capital mineira e da região metropolitana. Desta vez, não pude deixar de comentar. Moro em Divinópolis, mas nasci em BH e gosto de ver que minha terra natal está se destacando bastante no cenário nacional, seja pela cultura, seja pela economia. Excelente trabalho. Parabéns.

Spartacus Pozzolini

Lagoa da Pampulha

Sou moradora da Pampulha há 26 anos e sempre ouvi dos prefeitos eleitos ou em campanha que uma das prioridades era o saneamento da lagoa ("Cartão-postal cada vez mais poluído", 26 de dezembro). Com o atual, Marcio Lacerda, não foi diferente. Será que, em pleno século XXI, não existe uma maneira de manter os dejetos de Contagem por lá mesmo?

Elisabeth Dubal

Fotografia

Abrir VEJA BH e ver minha foto selecionada entre as mais bonitas enviadas pelos leitores foi uma grande felicidade ("Um novo olhar sobre a cidade", 26 de dezembro). Muitíssimo grato.

Saulo Lima

Inconfidências Mineiras

Fui retratada em uma nota da jornalista Sabrina Abreu e fotografada por Victor Schwaner ("Ela quer um Grammy Latino", 26 de dezembro). Gostaria de parabenizá-los e dizer quão importante a notícia foi para minha carreira.

Fernanda Silva

Urbanismo

Depois de todos os afazeres do fim de ano, somente agora consigo escrever para registrar quanto tenho gostado de VEJA BH. Desejo destacar aqui a reportagem "Ideias para uma nova cidade" (7 de novembro). Excelente! O décimo item apontado no texto - estimular a caminhada - é muito importante. Hoje, não podemos nem fazer a caminhada pelos passeios dos nossos bairros. Andar no asfalto pode ser mais seguro do que andar nas calçadas cheias de buracos e obstáculos. Algumas rampas de garagem são tão inclinadas que tornam impossível a passagem do pedestre. A prioridade é para o carro, o pedestre que desça da calçada e se arrisque no asfalto. Os idosos que ainda se locomovem sozinhos sentem-se desamparados, deprimidos. Poderiam caminhar desacompanhados se tivessem sob os pés passeios decentes. É tão difícil assim para um prefeito melhorar isso?

Iara Henriques

Cris Guerra

Fantástica a sua crônica na última edição de VEJA BH ("E o mundo acabou", 2 de janeiro). Sensível, didática, direta, verdadeiramente emocionante. Que gostosa maneira de começar um novo ano!

João Luiz Issa

Luís Giffoni

Adorei sua atitude de se penitenciar em nome do bom relacionamento familiar ("Papai Noel em Londres", 26 de dezembro). Tem coisa melhor do que colocar o sapatinho debaixo da árvore com uma cartinha listando os presentes e no outro dia, antes mesmo do amanhecer, correr para ver se o Papai Noel passou, deixando nossos presentinhos? Era a suprema alegria quando todos os irmãos (éramos dez) corriam para rasgar os embrulhos e mostrar orgulhosos aos pais os tão esperados presentes. Esse tempo passou para nós, caro Giffoni, mas para as crianças o sonho continua. E isso é bom, sonhar é preciso. Pelo menos aí em Londres você não sentiu tanto calor. Aqui, estávamos derretendo.

Beth Pimenta

Linda a sua crônica. É preciso ser avô para saber que Papai Noel existe. É preciso ser avô para notar os olhinhos brilhantes dos netos na noite de Natal. Eu sou avó.

Maria José Queiroz

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE