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Vinte coisas que só quem é de Belo Horizonte pode entender

Por: Redação VEJA BH - Atualizado em

pizza-bolonhesa
Combinação dos deuses (Foto: Divulgação/Pomodori)

1- Que não existe nada de estranho em uma pizza de frango a bolonhesa. Sim, um belo-horizontino de verdade acha normal misturar frango com carne de boi e ainda pedir a borda recheada com mais queijo.

2- Quando alguém diz “olha só pra você ver”, ou apenas “óprocêver”, não quer dizer que você tenha que observar algo, mas apenas escutar o que a pessoa tem para falar.  

savassi
"Ó o ons vinaí!" (Foto: Agência Odin)

3- Só um belo-horizontino consegue dar a informação certa depois de ouvir a pergunta: “cê sá se es ôns pas na savas?” (traduzindo: você sabe se esse ônibus passa na Savassi?)

4- E também sabe o caminho para subir Bahia e descer Floresta.

5- Que seu time pode ganhar ou perder, você sempre escutará um foguetório no domingo de clássico.

inhotim
"Nunca fui, mas adorei!" (Foto: Divulgação)

6- Que é possível se orgulhar do presépio do Pipiripau e do Inhotim mesmo sem nunca ter visitado.

7- O quanto faz sentido a expressão “se não tem mar, vamos para o bar”. Não à toa, moramos na “capital dos botecos”.

8- Como é irritante quando alguém que se refere à capital mineira como “Belzonte”, já que nenhum belo-horizontino chama a cidade assim.

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9- Que sempre é possível se surpreender com distâncias mesmo conhecendo o sentido do “ali” de mineiro.

10- Que “fazer um lanche” significa dar uma pausa para comer uma “besteirinha” e não necessariamente uma refeição com sanduíche (como pensam nossos amigos paulistas).

11- Que é simples e fácil não se sentir perdido em uma conversa entre amigos que engatam expressões como “nú”, “nó”, “ah nem”, “véi”, “sô” e “sá”.

copo lagoinha
Porque copo americano é copo de requeijão (Foto: Divulgação)

12- Que pedir “pão de sal”, “copo lagoinha”, Guarapan e Mate Couro só é permitido em território mineiro. Afinal, em qualquer outro lugar, dificilmente será compreendido.

13- Só um belo-horizontino sabe como é duro ter de explicar a um amigo turista algo que nem ele mesmo entende direito: por qual motivo os carros desengrenados parecem subir a Rua do Amendoim? (entenda o mistério aqui Cinquenta histórias que costumam ser contadas pelos belo-horizontinos sobre a capital)

pao de queijo
Melhor comida do mundo (Foto: Victor Schwaner/Odin)

14- Que não tem hora para pão de queijo: ele vai bem no café da manhã, no almoço, no lanche, no coffe-break, na festa… puro, recheado, com sabor, em forma de bolinha ou palito. O importante é que seja “fresquim”.

Lagoa da Pampulha
"E se a gente desse uma volta inteira na lagoa? Será que demora?" (Foto: Victor Schwaner/Odin)

15- Que tomar banho de mangueira, jogar peteca, soltar papagaio na Praça do Papa e tentar dar uma volta completa na Lagoa da Pampulha de bicicleta são rituais de infância.

16- Que não é nada bom ser chamado de “zé dendágua”, “íngua”, “marmota”, “jacu do mato”, “maria mijona” e “burricido”

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17- Só um belo-horizontino pode “rachar os bico” ouvindo um caso muito engraçado, saber que alguém “teve as manha” por ter conseguido fazer algo muito difícil ou “fragar” quando entende alguma coisa.

18- E é capaz de “fragar” o que a mãe quer quando diz ao filho para “coisar um trem”, “negoçar um coiso” ou “arredar um troço”.

19- Amar (ou odiar) doces cristalizados e compotas de mamão-verde, laranja e figo que a sua avó serve depois do almoço de domingo.

20- Que nem todo mineiro fala “uai” o tempo todo, uai!

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE