Cinema

Segunda parte da saga, O Hobbit – A Desolação de Smaug tem ritmo ágil e efeitos de primeira

Filme inspirado no livro de J.R.R. Tolkien conta a epopeia de Bilbo Bolseiro e de um grupo de anões

Por: Miguel Barbieri Jr. - Atualizado em

Divulgação
(Foto: Redação VejaBH)

O rei Thorin (Richard Armitage) e os anões: na memorável fuga em barris

Avaliação ✪✪✪

Quem achou arrastado o primeiro capítulo da trilogia, lançado um ano atrás, pode dar uma chance a Peter Jackson. O diretor neozelandês recuperou quase tudo o que os três longas-metragens da série O Senhor dos Anéis tinham de bom: ritmo ágil, fantasia ilimitada, efeitos visuais de primeira e uma narrativa envolvente. Apesar de longo, o segundo episódio inspirado em O Hobbit, livro de J.R.R. Tolkien, contém qualidades que fazem o tempo passar rapidinho. O realizador dá continuidade à saga do rei Thorin (Richard Armitage), que quer recuperar o reino de Erebor, tomado pelo dragão Smaug. Para isso, conta com a ajuda do hobbit Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) e de um grupo de anões. Na aventura até lá, eles enfrentam situações de perigo. Além de serem atacados pelos grotescos orcs, viram prisioneiros de elfos. A salvação chega por meio de um barqueiro, interpretado por Luke Evans. Se há uma sequência para reter na memória, é a fuga dos amigos em barris, deslizando pela correnteza de um rio. Direção: Peter Jackson (The Hobbit: The Desolation of Smaug, EUA/Nova Zelândia, 2013, 161min). 12 anos. Estreou em 13/12/2013.

No ano que vem: a terceira e última parte de O Hobbit chama-se Lá e de Volta Outra Vez e deve estrear em 19 de dezembro de 2014

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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE