Crianças

Em cartaz desde 1996, o musical A Bela e a Fera dá lições sobre o amor verdadeiro

Espetáculo no Teatro Kléber Junqueira é inspirado no conto original de Jeanne Maria Le Prince

Por: Raíssa Pena - Atualizado em

Divulgação
(Foto: Redação VejaBH)

Pâmela Lithg, Amanda Papatella (as irmãs malvadas), Josiane Alves (Bela) e José Lima (o pai): o elenco interpreta canções originais

Por causa de sua arrogância e vaidade, um belo príncipe é condenado a passar 300 anos na forma de uma espantosa besta. Enfeitiçado por uma bruxa, ele só consegue se livrar da magia com o amor verdadeiro de uma mulher. O clássico infantil A Bela e a Fera é recontado em forma de musical na 39ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança.

A primeira montagem da peça, em 1996, teve uma participação para lá de especial. No papel do príncipe estava o até então desconhecido ator Daniel de Oliveira. Adaptado e dirigido por Kléber Junqueira, o drama se assemelha mais ao conto escrito em 1756 por Jeanne Maria Le Prince (1711-1780) do que ao longa dos estúdios Disney, lançado em 1991. Segundo o diretor, "o espetáculo não tira a densidade da história, como a versão hollywoodiana o faz". Junqueira explica que em sua releitura a Fera expressa a dor de ser ridicularizada e descreve com dramaticidade o amor que gostaria de receber, sem poupar as crianças emocionalmente. Apesar de as canções serem originais, os atores não as executam ao vivo. Destaque para o cenário caprichado.

A Bela e a Fera (55min). Rec. a partir de 3 anos. Teatro Kléber Junqueira (484 lugares). Rua Platina, 1827, Calafate, ☎ 3332-5667. Sábado e domingo, 17h. R$ 32,00/ Postos Sinparc, R$ 12,00. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Até 3 de março.

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE