Exposições

Exposições: 02 a 08 de junho

Por: Raíssa Pena - Atualizado em

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(Foto: Redação VejaBH)

AS MELHORES MOSTRAS 1 ✪✪✪✪✪ Caravaggio e Seus Seguidores 2 ✪✪✪✪ Fernando Botero 3 ✪✪✪✪ De Chirico - O Sentimento da Arquitetura 4 ✪✪✪✪ Arthur Omar 5 ✪✪✪ Segue-se Ver o que Quisesse ESTREIA BELKISS TORRES DE MIRANDA. Formas geométricas, cores vibrantes e composições cuidadosamente estudadas são as marcas do trabalho da artista. A partir da manipulação de matizes e tonalidades, Belkiss Miranda cria áreas de sobreposição e transparência, de variação de luz e sombra, de profundidade e perspectiva. Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa - Galeria Paulo Campos Guimarães. Praça da Liberdade, 21, Funcionários, ☎ 3269-1204 → Segunda a sexta, 8h às 20h; sábado, 8h às 12h. Grátis. Até dia 30. A partir de terça (5).

ÚLTIMA SEMANA ✪✪ CRISTINA RIBAS. Segundo os dicionários, protótipo é o primeiro exemplar, o original, o modelo. Para a artista gaúcha Cristina Ribas, esse conceito é também a metodologia criativa que lhe permite externar sua visão da metrópole. Por meio da técnica da colagem, Ribas recorta cenas de diversos elementos da paisagem urbana, como prédios, postes e tijolos, para construir novos cenários e dar forma a seus modelos mentais de cidade. As imagens finais da mostra Protótipos/cortado são formadas por fotos coletadas e produzidas pela artista em locais de demolição em Porto Alegre (sua terra natal), Londres e outras cidades europeias. A montagem, no entanto, explora pouco o ambiente da galeria e demonstra certo improviso. Os visitantes também podem levar imagens relacionadas às dinâmicas de construção e destruição para criar seus próprios cenários. Funarte. Rua Januária, 68, Floresta, ☎ 3213-7112 → Segunda a sexta, 10h às 18h. Realização de colagens pelo público: quinta e sexta, 14h às 18h. Grátis. Até quinta (7).

✪✪✪✪ FERNANDO BOTERO. Belo Horizonte recebe pela primeira vez uma individual do pintor e escultor colombiano Fernando Botero. Nascido na cidade de Medellín, em 1932, ele é um dos poucos artistas visuais que gozam de prestígio e do título de mestre ainda em vida. Suas obras são mundialmente reconhecidas pela representação de figuras humanas roliças e pelo colorido vibrante de cenas cotidianas. Nesta exposição, Botero manifesta com mais vigor a preocupação com as agruras de seu povo. As telas da mostra Dores da Colômbia retratam cenas de sequestro, tortura, morte e sofrimento psicológico. Em uma das três belas salas que abrigam os trabalhos, foram reunidos desenhos feitos a carvão. As cores escuras e frias dessas telas acentuam a atmosfera de tensão que o tema impõe. Museu de Artes e Ofícios. Praça Rui Barbosa (Praça da Estação), Centro, ☎ 3248-8600. → Terça e sexta, 12h às 19h; quarta e quinta, 12h às 21h; sábados, domingos e feriados, 11h às 17h. Grátis. Até este sábado (2).

✪✪✪  MÉTODOS EMPÍRICOS PARA A EXTRAÇÃO (OU CONSTRUÇÃO) DE UMA FORMA. Com curadoria de Jacopo Crivelli Visconti, a Celma Albuquerque Galeria de Arte abre esta coletiva. Os onze artistas selecionados são: Alessandro Lima, Angelo Venosa, Eder Santos, Isaura Pena, Joacélio Batista, João Castilho, José Bento, Mabe Bethônico, Nuno Ramos, Pedro Motta e Roberto Bethônico. Os trabalhos têm em comum o processo criativo que Visconti chama de "poética do pica-pau". Todas as fotografias, desenhos, esculturas e instalações emergem do ato, ora invisível, ora aparente, de escavação da matéria. Vale a pena passar alguns segundos dentro da instalação de José Bento. O artista criou uma espécie de cabine a partir do imponente tronco de um jequitibá. Celma Albuquerque Galeria de Arte. Rua Antônio de Albuquerque, 885, Lourdes, ☎ 3227-6494. → Segunda a sexta, 9h às 19h; sábado, 9h30 às 13h. Grátis. Até este sábado (2).

MOSTRA!. Os alunos de artes visuais da Escola de Belas Artes da UFMG exibem sua exposição anual. Estudantes do 1º ao último período do curso apresentam suas respectivas pesquisas por meio de desenhos, pinturas, fotografias e instalações. Centro Cultural da UFMG. Avenida Santos Dumont, 174, Centro, ☎ 3409-8290. Segunda a sexta, 10h às 21h; sábado e domingo, 10h às 18h. Até sexta (8).

EM CARTAZ ALAIN DHOMÉ. Quarenta imagens do fotógrafo franco-brasileiro Alain Dhomé estão em exposição no Aquário da Bacia do Rio São Francisco, na Fundação Zoo-Botânica. Dhomé retratou personagens e paisagens do "Velho Chico", percorrendo os cinco estados cortados pelo rio, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Segundo o fotógrafo, o objetivo da exposição é divulgar a riqueza cultural da região e incentivar a preservação do rio. A mostra Viagem pelo Rio São Francisco já esteve em Brasília, na França e na Colômbia. Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte — Aquário da Bacia do Rio São Francisco. Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8000, Pampulha, ☎ 3277-7439. Terça a domingo, 8h30 às 16h. R$ 5,00. Até dia 24.

✪✪✪✪ ARTHUR OMAR. Ícone da produção artística contemporânea, o mineiro Arthur Omar desenvolve trabalhos nos campos da fotografia, cinema, vídeo e música. Suas experiências em antropologia visual procuram abordar "cientificamente" expressões, sensações e a própria condição humana a partir da captura da imagem. As Portas da Percepção, sua mais recente empreitada, apresenta uma seleção inédita de imagens, um vídeo e uma instalação. A mostra é resultado de uma experimentação fotográfica baseada no texto do escritor Aldous Huxley (1894-1963) sobre a expansão da consciência e no pensamento do pintor e poeta William Blake (1757-1827). É de Blake a frase que inspirou Omar: "Se as portas da percepção fossem limpas, tudo apareceria ao homem como realmente é, infinito". Oi Futuro — Galeria 1. Avenida Afonso Pena, 4001, Mangabeiras, ☎ 3229-3131. → Terça a sábado, 11h às 21h; domingo, 11h às 19h. Grátis. Até dia 17.

✪✪✪✪✪ CARAVAGGIO E SEUS SEGUIDORES. A aguardada exposição do mestre italiano não decepciona. Seis telas de Caravaggio e catorze de seus discípulos formam um conjunto de valor inestimável para a história da arte ocidental. Certamente, a peça que causa maior curiosidade e impacto é a Medusa Murtola. O escudo de bronze que serviu de suporte para a pintura é a única peça protegida por uma camada de vidro. Também é interessante prestar atenção às duas versões da tela São Francisco em Meditação. Um estudo sobre os detalhes e as diferenças entre as duas ganhou grandes painéis no fim da mostra. A iluminação da galeria alterna áreas de luz e escuridão, em referência à inovadora e dramática técnica do claro-escuro presente nas obras do mestre. Casa Fiat de Cultura. Rua Jornalista Djalma Andrade, 1250, Belvedere, ☎ 3289-8900. → Terça a sexta, 10h às 21h; sábado, domingo e feriados, 14h às 21h. Grátis. Transporte gratuito sai da Praça da Liberdade às 9h30, 12h, 13h30, 15h, 16h30, 18h e 19h30 (ter. a sex.); 13h30, 15h, 16h30, 18h e 19h30 (sáb. e dom.). Até 15 de julho.

✪✪✪ A CASA E A CIDADE: Construção do Espaço Doméstico, Social e da Lembrança em Belo Horizonte. Mostra de longa duração no Casarão do Museu Histórico Abílio Barreto que homenageia a história e a vida doméstica da cidade. O acervo reúne móveis, documentos, plantas arquitetônicas, obras e objetos de uso comum em Belo Horizonte do início do século XX até os anos 1990. Museu Histórico Abílio Barreto. Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, ☎ 3342-1268. → Terça, sexta, sábado e domingo, 10h às 17h; quarta e quinta, 10h às 21h. Grátis. Até 14 de dezembro.

✪✪✪✪ DE CHIRICO - O SENTIMENTO DA ARQUITETURA. Casa Fiat de Cultura. Rua Jornalista Djalma Andrade, 1250, Belvedere, ☎ 3289-8900. → Terça a sexta, 10h às 21h; sábado, domingo e feriados, 14h às 21h. Grátis. Transporte gratuito sai da Praça da Liberdade às 9h30, 12h, 13h30, 15h, 16h30, 18h e 19h30 (ter. a sex.); 13h30, 15h, 16h30, 18h e 19h30 (sáb. e dom.). Até 29 de julho.

FIGURINOS DO GRUPO GALPÃO: MEMÓRIA FEITA A MÃO. Para celebrar seus trinta anos, o Grupo Galpão exibe os figurinos de três conhecidas montagens da companhia: A Rua da Amargura (1994), Partido (1999) e O Inspetor Geral (2003). A exposição integra as atividades de um ateliê aberto, que realiza o inventário e a restauração das peças. O trabalho dos pesquisadores pode ser acompanhado em tempo real por meio de visitas guiadas e previamente agendadas pelo telefone. À medida que são inventariadas e restauradas, as peças seguem para o local da exposição: o corredor de acesso ao Teatro Wanda Fernandes, no Galpão Cine Horto. Visitas guiadas: Centro Cultural da UFMG. Avenida Santos Dumont, 174, Centro, ☎ 3409-8290. Segunda a sexta, 14h às 17h. Até 25 de agosto. Exposição: Galpão Cine Horto. Rua Pitangui, 3613, Horto, ☎ 3481-5580. Segunda a sábado, 9h às 22h. Até 25 de agosto. Grátis.

✪✪✪  GLAUCO MORAES. O artista e professor de história da arte inaugura a mostra Seres Múltiplos no Museu Inimá de Paula. Em grandes telas de acrílico, Moraes faz leituras inusitadas da figura humana. Chamam atenção os contornos espessos, as cores contrastantes e a inserção de frases em um dialeto criado pelo artista. Museu Inimá de Paula. Rua da Bahia, 1201, Centro, ☎ 3213-4320. → Terça, quarta, sexta e sábado, 10h às 19h; quinta, 12h às 21h; domingo, 12h às 19h. Grátis. Até 8 de julho.

✪✪✪ IMAGENS DO CONHECIMENTO. Fotografias do processo de produção científica formam uma diversa e vibrante mostra no Espaço TIM UFMG do Conhecimento. A exposição surgiu da ideia da professora de matemática da UFMG Sônia Pinto de Carvalho. Ela pensou em organizar um banco de imagens dos vários campos do conhecimento para, assim, despertar o interesse da população pela ciência. O acervo fotográfico retrata desde imagens microscópicas até os belos azulejos bicolores do Museu de Arte da Pampulha. Espaço TIM UFMG do Conhecimento. Praça da Liberdade, s/nº, Funcionários, ☎ 3409-8350. → Terça a domingo, 10h às 17h (exceto quinta, 10h às 21h). Grátis. Até dia 24.

JOSÉ FORJAZ - ARQUITETURA DE MOÇAMBIQUE. Grandes painéis apresentam trabalhos do arquiteto português José Forjaz em Moçambique e outros países africanos. Causas humanitárias e a preocupação com questões culturais e ambientais são marcas das edificações projetadas por Forjaz. Produzida pelo Museu da Casa Brasileira (SP), em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), a exposição integra a programação do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (FAN). Casa do Baile. Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha, ☎ 3277-7443. → Terça a domingo, 9h às 19h. Grátis. Até 1º de julho.

MAURO SILPER. As pinturas inéditas do artista plástico Mauro Silper têm como tema o fenômeno da conurbação, processo que dá origem a regiões metropolitanas em torno de metrópoles. Trinta obras, entre acrílicas e aquarelas, integram a mostra Intracenas. Galeria de Arte Beatriz Abi-Acl. Rua Santa Catarina, 1155, Lourdes, ☎ 3291-2101. Segunda a sexta, 9h às 18h; sábado, 9h às 13h. Até dia 23.

✪✪✪ A MENOR DISTÂNCIA ENTRE DOIS PONTOS É O HUMOR. Uma divertida coletânea de charges e cartuns do artista Duke ganha exposição no Oi Futuro. Foram reunidos trabalhos publicados em jornais e revistas nos últimos três anos e obras inéditas produzidas pelo cartunista. Duke é mineiro de Belo Horizonte, assina charges diárias nos jornais O Tempo e Super Notícia e, em 2009, foi premiado com o troféu HQMIX como o melhor cartunista brasileiro. Oi Futuro - Galeria 2. Avenida Afonso Pena, 4001, Mangabeiras, ☎ 3229-3131 → Terça a domingo, 11h às 18h. Grátis. Até 8 de julho.

✪✪✪ NUNO RAMOS. Nome respeitado do cenário nacional, o artista se preocupa em explorar as possibilidades da superfície das telas. Na mostra Só Lâmina, Ramos expõe onze obras e as instalações Luz Negra e Carolina. O conjunto é um marcante estudo sobre as potencialidades do som, da palavra e dos próprios materiais utilizados. Impressionam as composições harmônicas que emergem a partir de materiais diversos, como pedra, areia, vidro, pelúcia e metal. Também se destaca a espessa camada de tinta a óleo aplicada sobre chapas de metal. Oito estrofes do poema Uma Faca Só Lâmina, de João Cabral de Melo Neto, acompanham os trabalhos. Sesc Palladium - Galeria de Arte GTO. Avenida Augusto de Lima, 420, Centro, ☎ 3214-5350 → Terça a domingo, 9h às 21h. Grátis. Até 1º de julho.

✪✪✪ NYDIA NEGROMONTE. O Museu de Arte da Pampulha recebe os trabalhos da artista peruana radicada no Brasil. O título da exposição, Lição de Coisas, refere-se ao antigo manual catalão Liçons de Coses, de 1933, que regulava atividades e costumes da vida social e familiar. Na mostra, ela justapõe ilustrações extraídas do compêndio original a fotografias de famílias comuns. As composições chamam atenção pela semelhança entre uma cena ideal, tida como modelo de comportamento pelo manual, e um momento real, registrado pela fotografia. A ideia de Nydia é propor a reflexão sobre gestos, costumes, afetos e coincidências da experiência humana. Museu de Arte da Pampulha. Avenida Doutor Otacílio Negrão de Lima, 16585, Pampulha, ☎ 3277-7946 → Terça a domingo, 9h às 19h. Grátis. Até dia 30.

✪✪✪ ROGÉRIO FERNANDES. O traço característico das gravuras do artista remete à linguagem popular dos cordéis e das xilogravuras nordestinas e retrata cenas do folclore brasileiro. Foram prorrogadas duas exposições do celebrado artista piauiense radicado em BH. Amor Inesperado apresenta casais fictícios, como Elvis e Madonna, Frida Kahlo e James Dean, e Chanel no Sertão conta com sete gravuras e quadros inspirados na lendária estilista. Além dessas mostras, a galeria guarda o acervo do artista e funciona como seu ateliê. Após esta individual, as duas séries inéditas integrarão uma coletiva no Aeroporto Internacional de Miami. As gravuras estão à venda a partir de R$ 300,00 e as telas a partir de R$ 2 500,00. Rogério Fernandes Galeria e Atelier. Rua Orenoco, 137, Sion, ☎ 8794-1399 → Segunda a sexta, 9h às 12h e 14h às 19h; sábados, 11h às 14h. Até dia 15.

✪✪✪ SEGUE-SE VER O QUE QUISESSE. As imagens reunidas nesta mostra fotográfica apresentam elementos e cenários mineiros que não figuram nos panfletos turísticos e nem nos cartões-postais. Estão expostos cerca de 470 trabalhos que ocupam três galerias do Palácio das Artes e o Centro de Arte Contemporânea e Fotografia. Nomes conhecidos no cenário nacional, como Rosângela Rennó, Mabe Bethônico, Cao Guimarães, Pedro Motta e André Hauck, integram o time de 39 artistas. Um dos projetos apresentados é No Olho da Rua, de Patricia Azevedo. Ela entregou câmeras fotográficas a cinquenta jovens moradores de rua de Belo Horizonte. Livres para registrar o que quisessem, os garotos produziram imagens surpreendentes. Palácio das Artes - Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Galeria Arlinda Corrêa Lima e Galeria Genesco Murta. Avenida Afonso Pena, 1537, Centro, ☎ 3263-7400 → Terça a sábado, 9h30 às 21h; domingo, 16h às 21h. Centro de Arte Contemporânea e Fotografia. Avenida Afonso Pena, 737 (Praça Sete), Centro, ☎ 3263-7400 → Terça a sábado, 9h30 às 21h; domingo, 16h às 21h. Grátis. Até 14 de julho.

TRAVESTILIDADES, TRANSEXUALIDADES: IMAGENS PLU­RAIS. Gênero, identidade e orientação sexual são tema desta mostra na Casa Una de Cultura. Despretensiosa, a montagem conta com fotografias e vídeos que retratam o cotidiano de travestis nas ruas de Belo Horizonte e Juiz de Fora. A autoria é dos jornalistas e pesquisadores Roberto Alves Reis e Tatiana Carvalho Costa. Casa Una de Cultura. Rua Aimorés, 1451, Lourdes, ☎ 3235-7314. Segunda a sexta, 14h às 22h; sábado, 9h às 13h. Até dia 8.

✪✪✪ VER E VOLTAR A VER: A CIDADE DOS ALUNOS DO MESTRE GUIGNARD. O Centro de Cultura Belo Horizonte apresenta em sua galeria principal mostra coletiva de ex-alunos de Alberto da Veiga Guignard (1896-1962). As 26 obras foram reunidas pela primeira vez em 1996, em comemoração ao centenário de Belo Horizonte. Cada autor empregou as próprias linguagens e técnicas, que, além de homenagear o mestre, têm Belo Horizonte como tema. Estão expostas telas abstratas, figurativas e concretistas de artistas como Yara Tupinambá, Amilcar de Castro e Álvaro Apocalypse. A mostra conta ainda com um vídeo que traz depoimentos dos alunos sobre o professor. Centro de Cultura Belo Horizonte. Rua da Bahia, 1149, Centro, ☎ 3277-4384 → Segunda a sexta, 9h às 19h. Grátis. Até 31 de julho.

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE