Exposições

Exposições: 25 de maio a 01 de junho

Por: Raíssa Pena - Atualizado em

Divulgação
(Foto: Redação VejaBH)

ESTREIAS DE CHIRICO - O SENTIMENTO DA ARQUITETURA. O grande pintor e escultor greco-italiano Giorgio de Chirico (1888-1978) ganha mostra na Casa Fiat de Cultura. De Chirico criou a pintura posteriormente chamada de metafísica por apresentar imagens misteriosas, ilógicas e sugestões de anacronismo. Considerado também precursor do surrealismo, o artista influenciou o trabalho de pintores brasileiros como Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti. Com 66 desenhos, 45 pinturas e onze esculturas, esta é a mais expressiva coleção do pintor já exibida no Brasil. Casa Fiat de Cultura. Rua Jornalista Djalma Andrade, 1250, Belvedere, ☎ 3289-8900. → Terça a sexta, 10h às 21h; sábado, domingo e feriados, 14h às 21h. Grátis. Transporte gratuito sai da Praça da Liberdade às 9h30, 12h, 13h30, 15h, 16h30, 18h e 19h30 (ter. a sex.); 13h30, 15h, 16h30, 18h e 19h30 (sáb. e dom.). Até 29 de julho. A partir desta quarta (30).

JOSÉ FORJAZ - ARQUITETURA DE MOÇAMBIQUE. Grandes painéis apresentam trabalhos do arquiteto português José Forjaz em Moçambique e outros países africanos. Causas humanitárias e a preocupação com questões culturais e ambientais são marcas das edificações projetadas por Forjaz. Produzida pelo Museu da Casa Brasileira (SP), em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), a exposição integra a programação do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (FAN). Casa do Baile. Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha, ☎ 3277-7443. → Terça a domingo, 9h às 19h. Grátis. Até 1º de julho. A partir deste sábado (26).

MAURO SILPER. As pinturas inéditas do artista plástico Mauro Silper têm como tema o fenômeno da conurbação, processo que dá origem a regiões metropolitanas em torno de metrópoles. Trinta obras, entre acrílicas e aquarelas, integram a mostra Intracenas. Galeria de Arte Beatriz Abi-Acl. Rua Santa Catarina, 1155, Lourdes, ☎ 3291-2101. Segunda a sexta, 9h às 18h; sábado, 9h às 13h. Até 23 de junho. A partir desta quarta (30).

ÚLTIMA SEMANA ✪✪✪  MÉTODOS EMPÍRICOS PARA A EXTRAÇÃO (OU CONSTRUÇÃO) DE UMA FORMA. Com curadoria de Jacopo Crivelli Visconti, a Celma Albuquerque Galeria de Arte abre esta coletiva. Os onze artistas selecionados são: Alessandro Lima, Angelo Venosa, Eder Santos, Isaura Pena, Joacélio Batista, João Castilho, José Bento, Mabe Bethônico, Nuno Ramos, Pedro Motta e Roberto Bethônico. Os trabalhos têm em comum o processo criativo que Visconti chama de "poética do pica-pau". Todas as fotografias, desenhos, esculturas e instalações emergem do ato, ora invisível, ora aparente, de escavação da matéria. Vale a pena passar alguns segundos dentro da instalação de José Bento. O artista criou uma espécie de cabine a partir do imponente tronco de um jequitibá. Celma Albuquerque Galeria de Arte. Rua Antônio de Albuquerque, 885, Lourdes, ☎ 3227-6494. → Segunda a sexta, 9h às 19h; sábado, 9h30 às 13h. Grátis. Até este domingo (27).

POMPÉA BRITTO. O trabalho da artista plástica Pompéa Britto ganha exposição na Biblioteca Pública Luiz de Bessa. Carioca radicada em Belo Horizonte, ela é desenhista, gravurista e ex-professora da Escola de Belas Artes da UFMG. Por meio de delicados traços em nanquim e lápis de cor, seus desenhos retratam animais, figuras humanas (predominantemente femininas) e situações do cotidiano. A temática lúdica e o emprego suave da cor conferem caráter por vezes onírico aos quadros. A exposição fica no espaço Passarela Cultural, anexo ao prédio principal. Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa - Prédio Francisco Iglesias. Rua da Bahia, 1889, 2º piso, Lourdes, ☎ 3269-1204. Segunda a sexta, 8h às 18h; sábado, 8h às 12h. Grátis. Até esta quinta (31).

EM CARTAZ ✪✪✪✪ ARTHUR OMAR. Ícone da produção artística contemporânea, o mineiro Arthur Omar desenvolve trabalhos nos campos da fotografia, cinema, vídeo e música. Suas experiências em antropologia visual procuram abordar "cientificamente" expressões, sensações e a própria condição humana a partir da captura da imagem. As Portas da Percepção, sua mais recente empreitada, apresenta uma seleção inédita de imagens, um vídeo e uma instalação. A mostra é resultado de uma experimentação fotográfica baseada no texto do escritor Aldous Huxley (1894-1963) sobre a expansão da consciência e no pensamento do pintor e poeta William Blake (1757-1827). É de Blake a frase que inspirou Omar: "Se as portas da percepção fossem limpas, tudo apareceria ao homem como realmente é, infinito". Oi Futuro - Galeria 1. Avenida Afonso Pena, 4001, Mangabeiras, ☎ 3229-3131. → Terça a sábado, 11h às 21h; domingo, 11h às 19h. Grátis. Até 17 de junho.

✪✪✪✪✪ CARAVAGGIO E SEUS SEGUIDORES. A aguardada exposição do mestre italiano não decepciona. Seis telas de Caravaggio e quatorze de seus discípulos formam um conjunto de valor inestimável para a história da arte ocidental. Certamente, a peça que causa maior curiosidade e impacto é a Medusa Murtola. O escudo de bronze que serviu de suporte para a pintura é a única peça protegida por uma camada de vidro. Também é interessante prestar atenção às duas versões da tela São Francisco em Meditação. Um estudo sobre os detalhes e diferenças entre as duas ganhou grandes painéis no fim da mostra. A iluminação da galeria alterna áreas de luz e escuridão, em referência à inovadora e dramática técnica do claro-escuro presente nas obras do mestre. Casa Fiat de Cultura. Rua Jornalista Djalma Andrade, 1250, Belvedere, ☎ 3289-8900. → Terça a sexta, 10h às 21h; sábado, domingo e feriados, 14h às 21h. Grátis. Transporte gratuito sai da Praça da Liberdade às 9h30, 12h, 13h30, 15h, 16h30, 18h e 19h30 (ter. a sex.); 13h30, 15h, 16h30, 18h e 19h30 (sáb. e dom.). Até 15 de julho.

✪✪✪ A CASA E A CIDADE: Construção do Espaço Doméstico, Social e da Lembrança em Belo Horizonte. Mostra de longa duração no Casarão do Museu Histórico Abílio Barreto que homenageia a história e a vida doméstica da cidade. O acervo reúne móveis, documentos, plantas arquitetônicas, obras e objetos de uso comum em Belo Horizonte do início do século XX até os anos 1990. Museu Histórico Abílio Barreto. Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim, ☎ 3342-1268. → Terça, sexta, sábado e domingo, 10h às 17h; quarta e quinta, 10h às 21h. Grátis. Até 14 de dezembro.

✪✪ CRISTINA RIBAS. Segundo os dicionários, protótipo é o primeiro exemplar, o original, o modelo. Para a artista gaúcha Cristina Ribas, esse conceito é também a metodologia criativa que lhe permite externar sua visão da metrópole. Por meio da técnica da colagem, Ribas recorta cenas de diversos elementos da paisagem urbana, como prédios, postes e tijolos, para construir novos cenários e dar forma a seus modelos mentais de cidade. As imagens finais da mostra Protótipos/cortado são formadas por fotos coletadas e produzidas pela artista em locais de demolição em Porto Alegre (sua terra natal), Londres e outras cidades europeias. A montagem, no entanto, explora pouco o ambiente da galeria e demonstra certo improviso. Os visitantes também podem levar imagens relacionadas às dinâmicas de construção e destruição para criar seus próprios cenários. Funarte. Rua Januária, 68, Floresta, ☎ 3213-7112 → Segunda a sexta, 10h às 18h. Realização de colagens pelo público: quinta e sexta, 14h às 18h. Grátis. Até 7 de junho.

✪✪✪✪ FERNANDO BOTERO. Belo Horizonte recebe pela primeira vez uma individual do pintor e escultor colombiano Fernando Botero. Nascido na cidade de Medellín, em 1932, ele é um dos poucos artistas visuais que gozam de prestígio e do título de mestre ainda em vida. Suas obras são mundialmente reconhecidas pela representação de figuras humanas roliças e pelo colorido vibrante de cenas cotidianas. Nesta exposição, Botero manifesta com mais vigor a preocupação com as agruras de seu povo. As telas da mostra Dores da Colômbia retratam cenas de sequestro, tortura, morte e sofrimento psicológico. Em uma das três belas salas que abrigam os trabalhos, foram reunidos desenhos feitos a carvão. As cores escuras e frias dessas telas acentuam a atmosfera de tensão que o tema impõe. Museu de Artes e Ofícios. Praça Rui Barbosa (Praça da Estação), Centro, ☎ 3248-8600. → Terça e sexta, 12h às 19h; quarta e quinta, 12h às 21h; sábados, domingos e feriados, 11h às 17h. Grátis. Até 2 de junho.

FIGURINOS DO GRUPO GALPÃO: MEMÓRIA FEITA A MÃO. Para celebrar seus trinta anos, o Grupo Galpão exibe os figurinos de três conhecidas montagens da companhia: A Rua da Amargura (1994), Partido (1999) e O Inspetor Geral (2003). A exposição integra as atividades de um ateliê aberto, que realiza o inventário e a restauração das peças. O trabalho dos pesquisadores pode ser acompanhado em tempo real por meio de visitas guiadas e previamente agendadas pelo telefone. À medida que são inventariadas e restauradas, as peças seguem para o local da exposição: o corredor de acesso ao Teatro Wanda Fernandes, no Galpão Cine Horto. Visitas guiadas: Centro Cultural da UFMG. Avenida Santos Dumont, 174, Centro, ☎ 3409-8290. Segunda a sexta, 14h às 17h. Até 25 de agosto. Exposição: Galpão Cine Horto. Rua Pitangui, 3613, Horto, ☎ 3481-5580. Segunda a sábado, 9h às 22h. Até 25 de agosto. Grátis.

✪✪✪  GLAUCO MORAES. O artista e professor de história da arte inaugura a mostra Seres Múltiplos no Museu Inimá de Paula. Em grandes telas de acrílico, Moraes faz leituras inusitadas da figura humana. Chamam atenção os contornos espessos, as cores contrastantes e a inserção de frases em um dialeto criado pelo artista. Museu Inimá de Paula. Rua da Bahia, 1201, Centro, ☎ 3213-4320. → Terça, quarta, sexta e sábado, 10h às 19h; quinta, 12h às 21h; domingo, 12h às 19h. Grátis. Até 8 de julho.

✪✪✪ IMAGENS DO CONHECIMENTO. Fotografias do processo de produção científica formam uma diversa e vibrante mostra no Espaço TIM UFMG do Conhecimento. A exposição surgiu da ideia da professora de matemática da UFMG Sônia Pinto de Carvalho. Ela pensou em organizar um banco de imagens dos vários campos do conhecimento para, assim, despertar o interesse da população pela ciência. O acervo fotográfico retrata desde imagens microscópicas até os belos azulejos bicolores do Museu de Arte da Pampulha. Espaço TIM UFMG do Conhecimento. Praça da Liberdade, s/nº, ☎ 3409-8350. → Terça a domingo, 10h às 17h (exceto quinta, 10h às 21h). Grátis. Até 24 de junho.

INHOTIM. O complexo museológico é referência nacional em arte contemporânea. Com mais de 500 obras, o rico acervo de Inhotim está organizado em mostras permanentes e temporárias. É possível visitar trabalhos de renomados artistas nacionais e internacionais, como os do fotógrafo espanhol Miguel Rio Branco e do brasileiro Hélio Oiticica (1937-1980), grande nome da arte pós-moderna. As obras e instalações estão distribuídas por galerias, pavilhões e jardins inspirados nos ensinamentos paisagísticos de Burle Marx. No mês passado foi reaberta a galeria True Rouge, que abriga a instalação homônima do celebrado artista plástico pernambucano Tunga. A obra, que data de 1997, foi produzida a partir de redes, madeira, esponjas do mar, tinta vermelha, bolas de sinuca e escovas limpa-garrafa. A diversidade dos materiais e a composição surpreendentemente coesa que eles formam causam grande impacto. Inhotim. Rua B, 20, Brumadinho, ☎ 3254-5440. → Terça a sexta, 9h30 às 16h30; sábados, domingos e feriados, 9h30 às 17h30. Grátis (ter.); R$ 20,00 (qua. e qui.); R$ 28,00 (sex. e dom.).

✪✪✪ A MENOR DISTÂNCIA ENTRE DOIS PONTOS É O HUMOR. Uma divertida coletânea de charges e cartuns do artista Duke ganha exposição no Oi Futuro. Foram reunidos trabalhos publicados em jornais e revistas nos últimos três anos e obras inéditas produzidas pelo cartunista. Duke é mineiro de Belo Horizonte, assina charges diárias nos jornais O Tempo e Super Notícia e, em 2009, foi premiado com o troféu HQMIX como melhor cartunista brasileiro. Oi Futuro - Galeria 2. Avenida Afonso Pena, 4001, Mangabeiras, ☎ 3229-3131 → Terça a domingo, 11h às 18h. Grátis. Até 8 de julho.

✪✪✪ NUNO RAMOS. Nome respeitado do cenário nacional, o artista se preocupa em explorar as possibilidades da superfície das telas. Na mostra Só Lâmina, Ramos expõe onze obras e as instalações Luz Negra e Carolina. O conjunto é um marcante estudo sobre as potencialidades do som, da palavra e dos próprios materiais utilizados. Impressionam as composições harmônicas que emergem a partir de materiais diversos, como pedra, areia, vidro, pelúcia e metal. Também se destaca a espessa camada de tinta a óleo aplicada sobre chapas de metal. Oito estrofes do poema Uma Faca Só Lâmina, de João Cabral de Melo Neto, acompanham os trabalhos. Sesc Palladium - Galeria de Arte GTO. Avenida Augusto de Lima, 420, Centro, ☎ 3214-5350 → Terça a domingo, 9h às 21h. Grátis. Até 1º de julho.

✪✪✪ NYDIA NEGROMONTE. O Museu de Arte da Pampulha recebe os trabalhos da artista peruana radicada no Brasil. O título da exposição, Lição de Coisas, refere-se ao antigo manual catalão Liçons de Coses, de 1933, que regulava atividades e costumes da vida social e familiar. Na mostra, ela justapõe ilustrações extraídas do compêndio original a fotografias de famílias comuns. As composições chamam atenção pela semelhança entre uma cena ideal, tida como modelo de comportamento pelo manual, e um momento real, registrado pela fotografia. A ideia de Nydia é propor a reflexão sobre gestos, costumes, afetos e coincidências da experiência humana. Museu de Arte da Pampulha. Avenida Doutor Otacílio Negrão de Lima, 16585, Pampulha, ☎ 3277-7946 → Terça a domingo, 9h às 19h. Grátis. Até 30 de junho.

✪✪✪ ROGÉRIO FERNANDES. O traço característico das gravuras do artista remete à linguagem popular dos cordéis e das xilogravuras nordestinas e retrata cenas do folclore brasileiro. Foram prorrogadas duas exposições do celebrado artista piauiense radicado em BH. Amor Inesperado apresenta casais fictícios, como Elvis e Madonna, Frida Kahlo e James Dean, e Chanel no Sertão conta com sete gravuras e quadros inspirados na lendária estilista. Além dessas mostras, a galeria guarda o acervo do artista e funciona como seu ateliê. Após essa individual, as duas séries inéditas integrarão uma coletiva no Aeroporto Internacional de Miami. As gravuras estão à venda a partir de R$ 300,00 e as telas a partir de R$ 2 500,00. Rogério Fernandes Galeria e Atelier. Rua Orenoco, 137, Sion, ☎ 8794-1399 → Segunda a sexta, 9h às 12h e 14h às 19h; sábados, 11h às 14h. Até 15 de junho.

✪✪✪ SEGUE-SE VER O QUE QUISESSE. As imagens reunidas nesta mostra fotográfica apresentam elementos e cenários mineiros que não figuram nos panfletos turísticos e cartões-postais. Estão expostos cerca de 470 trabalhos que ocupam três galerias do Palácio das Artes e o Centro de Arte Contemporânea e Fotografia. Nomes conhecidos no cenário nacional, como Rosângela Rennó, Mabe Bethônico, Cao Guimarães, Pedro Motta e André Hauck, integram o time de 39 artistas. Um dos projetos apresentados é No Olho da Rua, de Patricia Azevedo. Ela entregou câmeras fotográficas a cinquenta jovens moradores de rua de Belo Horizonte. Livres para registrar o que quisessem, os garotos produziram imagens surpreendentes. Palácio das Artes - Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Galeria Arlinda Corrêa Lima e Galeria Genesco Murta. Avenida Afonso Pena, 1537, Centro, ☎ 3263-7400 → Terça a sábado, 9h30 às 21h; domingo, 16h às 21h. Centro de Arte Contemporânea e Fotografia. Avenida Afonso Pena, 737 (Praça Sete), Centro, ☎ 3263-7400 → Terça a sábado, 9h30 às 21h; domingo, 16h às 21h. Grátis. Até 14 de julho.

TRAVESTILIDADES, TRANSEXUALIDADES: IMAGENS PLURAIS. Gênero, identidade e orientação sexual são tema desta mostra na Casa Una de Cultura. Despretensiosa, a montagem conta com fotografias e vídeos que retratam o cotidiano de travestis nas ruas de Belo Horizonte e Juiz de Fora. A autoria é dos jornalistas e pesquisadores Roberto Alves Reis e Tatiana Carvalho Costa. Casa Una de Cultura. Rua Aimorés, 1451, Lourdes, ☎ 3235-7314. Segunda a sexta, 14h às 22h; sábado, 9h às 13h. Até 8 de junho.

✪✪✪ VER E VOLTAR A VER: A CIDADE DOS ALUNOS DO MESTRE GUIGNARD. Leia em Veja BH Recomenda (pág. 8). Centro de Cultura Belo Horizonte. Rua da Bahia, 1149, Centro, ☎ 3277-4384 → Segunda a sexta, 9h às 19h. Grátis. Até 31 de julho.

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE