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Mostra 'Um Itinerário Gráfico', no Sesc Palladium, traz nove serigrafias de Beatriz Milhazes

Mais conhecida por suas pinturas cheias de cores vibrantes e formas arabescas, a carioca é hoje uma das artistas mais valorizadas

Por: Raíssa Pena - Atualizado em

Divulgação
(Foto: Redação VejaBH)

As serigrafias Cabeça de Mulher (no detalhe) e Cromo: uso de formas arabescas e cores vibrantes

Alguns críticos torcem o nariz para o colorido destemido e para a proximidade com a estética popular presentes nas telas de Beatriz Milhazes. Mas o mercado da arte parece fazer menos objeções, já que a carioca, ao lado de Lygia Clark (1920-1988) e Adriana Varejão, é uma das artistas brasileiras mais valorizadas da atualidade. Junto a Leda Catunda, Luiz Pizarro e mais 121 colegas, ela fez parte da chamada Geração 80, cuja produção foi influenciada pelo clima de otimismo e experimentação artística que se seguiu ao fim da ditadura no Brasil. Mais conhecida por suas pinturas cheias de cores vibrantes e formas arabescas, Milhazes vai apresentar na galeria do Sesc Palladium um recorte de sua primeira série de gravuras em grande formato. A mostra Um Itinerário Gráfico, que estreia na quinta (22), traz nove serigrafias produzidas pela artista entre 1996 e 2003.

Sesc Palladium - Galeria de Arte GTO. Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro, ☎ 3214-5350. → Terça a domingo, 9h às 21h. Grátis. Até 22 de setembro. A partir de quinta (22).

Recorde de respeito: em novembro do ano passado, a tela Meu Limão (2000) foi comercializada por 2,1 milhões de dólares, fazendo dessa obra de Milhazes o quadro mais caro já vendido de um artista brasileiro vivo

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE