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Confira as atrações musicais da semana

Entre os destaques, os grupos Pato Fu e Dibigode apresentam seus novos discos

Por: Rafael Rocha - Atualizado em

Pato Fu
Lulu Camargo, Ricardo Koctus, Fernanda Takai, John Ulhoa e Glauco Mendes: tempos dançantes (Foto: Divulgação)
  • Indicados cinco vezes ao Grammy Latino, os mineiros apresentam show da turnê Viva por Mim, do disco homônimo, que lançou músicas como Na Linha do Tempo, Conheço pelo Cheiro e Tudo com Você. Hits de outros tempos também serão executados, entre eles Fada, Amigo Apaixonado e Borboletas.
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  • Doze faixas integram o disco Indelével, o segundo da carreira deste cantor e compositor. Seu intuito é mesclar sons latinos, africanos, americanos, europeus e brasileiros. No show, além de canções autorais, ele também performa releituras da MPB e da world music. Oriundo da periferia, o artista costuma tratar e refetir sobre temas sociais em suas letras.
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  • O carioca mostra seu terceiro disco-solo, Ímpar. Nascido em Brasília e criado no Rio de Janeiro, Qinho surgiu na cena musical carioca com a banda VulgoQinho&OsCara e, na sequência, lançou os discos-solo Canduras, em 2010, e O Tempo Soa, em 2012. Seu novo trabalho mistura uma sonoridade pop com elementos experimentais. A apresentação conta com participações especiais dos músicos Flávio Renegado e Pedro Morais. A abertura fca por conta do Minimalista, projeto-solo de Thales Silva, da banda A Fase Rosa.
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  • Regido pelo maestro Rodrigo Toffolo, o conjunto musical está completando 15 anos de existência. Vários projetos saem do papel, como o lançamento do CD e DVD de Oito Estações: Vivaldi e Piazzolla, e do disco Concerto para Cordas — Antônio Vivaldi. Nesta ocasião é inaugurada a série Domingos Clássicos, que irá realizar todo segundo domingo do mês apresentação da orquestra com algum convidado. O primeiro deles é o pernambucano Antônio Nóbrega, que presta uma homenagem ao escritor Ariano Suassuna e ao Movimento Armorial. No repertório constam temas de Nóbrega e também de Clóvis Pereira, Capiba e César Guerra-Peixe. Censura: 8 anos.
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  • Dois importantes nomes do rap nacional sobem ao palco separadamente. Emicida é o primeiro a se apresentar. As canções de seu álbum mais recente, intitulado O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui, servem de base para o repertório do rapper, que planeja lançar novo disco neste ano, infuenciado por temas africanos. D2 vem em seguida. Ele defende as músicas de Nada Pode Me Parar (2013), seu quinto álbum-solo — considerado um retorno do cantor ao rap, já que seu trabalho anterior exibia infuência sambista —, além de composições novas e sucessos desde a época do Planet Hemp.
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  • Acostumados a rodar o mundo em recitais, os irmãos Sérgio e Odair Assad estão em momento de celebração de cinquenta anos de carreira. No show, eles interpretam temas do disco O Clássico Violão Popular Brasileiro. Trata-se do encerramento do Festival Internacional do Violão (FIV).
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  • O projeto Quinta Instrumental promove apresentação da dupla de instrumentistas. Caxi Rajão é violonista, compositor e produtor fonográfco. Neste show ele estará no palco com André Limão (bateria), Aloízio Horta (contrabaixo), Sergio Danilo (sopros) e Christiano Caldas (piano). Dos músicos mais talentosos dessa seara local, Thiago Delegado é o segundo violonista da noite. Ele interpreta seus temas instrumentais infuenciados pela tradição do choro, samba, bossa nova e jazz, mesclando improvisações e experimentações. Canções de Via-Mundo, seu aguardado novo álbum a ser lançado ainda este ano, também recheiam o repertório.
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  • O quarteto instrumental potiguar lança Rytmus Alucynantis, o quinto disco da carreira. O trabalho é uma mistura eclética e animada de ska, rock e reggae eletrônico. Na sequência é a vez da banda mineira The Dead Pixels, formada por Claudão Pilha (guitarra e voz), Rodrigo Facada (guitarra e backing vocals) e Mauro Novaes (bateria e backing vocals), para exibir seu primeiro EP.
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  • O festival de música tem como principal atração a banda capixaba Dead Fish, que está em fase de lançamento de Vitória, seu novo álbum e o sétimo da carreira deste que é um dos principais nomes do rock brasileiro. Antes, se apresentam os grupos Sport (França), Sport-Better Leave Town (Paraná), Running Like Lions (São Paulo), além dos mineiros do Rallye e do Kill Moves.
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  • Considerado o melhor tributo da banda sueca na América Latina, o grupo Abba — The History capricha nas performances, figurinos e coreografas. No repertório, sucessos como Dancing Queen, Mamma Mia, Chiquitita e The Winner Takes It All.
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  • Da frutífera cena de música instrumental da capital mineira, o grupo Dibigode é dos nomes mais proeminentes. Formada por Gabriel Perpétuo (guitarra), Vicente França (guitarra), Guilherme Peluci (saxofone), Antônio Vinícius (baixo) e Tiago Eiras (bateria), a banda acaba de lançar Garnizé, seu segundo álbum, contemplado pelo edital Natura Musical Minas Gerais. O disco propõe releituras de músicas de Ataulfo Alves, o famoso sambista mineiro nascido em Miraí. O resultado é fresco e apresenta interessantes versões para sucessos como Laranja Madura, que ganhou levada jazzística; Meus Tempos de Criança, com uma grossa camada eletrônica; e Mulata Assanhada, que apresenta guitarras um tanto psicodélicas. Outros sucessos retumbantes também fazem parte dessa série, como Ai, que Saudades da Amélia, Na Cadência do Samba e Você Passa Eu Acho Graça. O álbum foi produzido por Zachary Hollander no estúdio The Pearl, em Minneapolis, Estados Unidos, com participações da cantora mineira Dona Jandira e do clarinetista americano Pat O’Keefe.
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  • Fernanda Takai e John Ulhoa não sabem dançar, mas dizem ter produzido um disco para balançar o esqueleto. Nunca abandonaram o rock, mas, com os passeios que Fernanda fez por aí — gravou com gente tão diversa quanto o padre Fábio de Melo e Andy Summers —, as guitarras andavam um tanto taciturnas. Ainda bem que pesar a mão em riffs ensolarados é como andar de bicicleta: quem sabe, sabe, não esquece jamais. Com o lançamento do disco Não Pare pra Pensar, os pernas de pau em questão se reafirmam como uma das melhores bandas de pop rock nacional. A seu favor pesam a ousadia, a criatividade e a juventude traduzida em música, mesmo com John, o guitarrista que é figura fundamental do grupo, à beira de tornar-se um cinquentão. Ledo engano: quem acompanha a carreira da banda sabe que ele tem mais gás que muito garotão por aí.
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Fonte: VEJA BELO HORIZONTE