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Time For Fun assume Chevrolet Hall e promete shows internacionais

Por: Rafael Rocha - Atualizado em

Gualter Naves
(Foto: Redação VejaBH)

Desde 1º de julho o Chevrolet Hall é administrado pela Time For Fun, maior empresa de entretenimento ao vivo da América Latina. A expectativa é do público local conferir um número maior de artistas nacionais e internacionais: a casa estima elevação de 30% no fluxo de shows, que deve ultrapassar as cem apresentações ao ano. O grupo britânico Snow Patrol é uma das atrações com chances de aportar por aqui este ano. É o que garante Alexandre Faria, diretor de shows da empresa.

Porque o interesse da Time For Fun em administrar o Chevrolet Hall?Faz parte do nosso planejamento estratégico ampliar a operação para outras praças. BH é um dos mercados importantes para nós. Essa negociação existia há três anos, acabou enfraquecendo, mas em agosto do ano passado avançou mais rapidamente.

O que vai mudar na casa agora que a Time For Fun está no comando?

Os shows nacionais e internacionais continuarão acontecendo, com artistas de uma gama variada de estilos. A tendência é que haja um aumento no fluxo destes shows: nossa meta é elevar em 30% o número de apresentações, e chegar a 100 por ano. Na parte estrutural, iremos fazer benfeitorias, como instalação de ar condicionado, melhorias na acústica da casa, reforma dos banheiros. Mais adiante iremos anunciar outras melhorias, mas não será necessária interdição por enquanto.

E os shows já agendados, serão mantidos?A agenda será cumprida, e a casa continuará a receber shows independentes, se for o caso. Estamos abertos também a produtores locais que queiram alugar o espaço para outros shows.

Pode adiantar alguma atração internacional que fará show no Chevrolet Hall nos próximos meses?Há grandes chances de levar a banda britânica Snow Patrol para BH entre setembro e outubro.

Haverá modificação no nome da casa e no valor dos ingressos?

O nome permanece. E valor do ingresso não é possível calcular: cada produto tem um custo, cada show tem valor diferente para o ingresso.

No passado, alguns shows internacionais realizados na casa tiveram pouca procura. Existe uma preocupação da empresa quanto a isso?

Estamos com boa expectativa quando à operação. Belo Horizonte é uma praça boa e aberta a diferentes estilos musicais. Iremos atrás de novos patrocínios e temos receitas que vêm de outras fontes que não somente o ticket. Há casos realmente em que somente o ticket não paga o show.

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE