Teatro

Teatro e dança: programação para os dias 12 a 19 de outubro

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Por: Isabella Grossi - Atualizado em

Divulgação
(Foto: Redação VejaBH)

Bruno Caldeira interpreta Facínora na tragicomédia de mesmo nome: uma crítica à intolerância humana

ESTREIAS ALÉM DA VIDA, de Renato Prieto. Reconhecido como o primeiro espetáculo espírita do mundo, o drama estreou em 1980 após a adaptação de um texto psicografado por Chico Xavier e Divaldo Franco. No palco, o elenco aborda temas como a vida após a morte, o suicídio, a homossexualidade e o livre-arbítrio. A apresentação integra as comemorações do centenário de nascimento do mais famoso médium brasileiro. Direção do autor (70min). Livre. Teatro da Maçonaria (282 lugares). Avenida Brasil, 478, Santa Efigênia, ☎ 3213-4959. Quinta, sexta, sábado e domingo, 19h30 e 21h15. R$ 40,00. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Até dia 21. Estreia prometida para quinta (18).

COMÉDIA EM PRETO & BRANCO. Festejados no cenário humorístico brasileiro, Marcelo Marrom, dono de um quadro fixo no programa Altas Horas, da TV Globo, e Rodrigo Capella, que, recentemente, participou do reality show A Fazenda, da TV Record, sobem ao palco com um stand-up de improviso, esquetes e música (80min). 14 anos. Teatro Izabela Hendrix (382 lugares). Rua da Bahia, 2020, Funcionários, ☎ 3244-7219. → Sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 80,00. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Até dia 21. Estreia prometida para sábado (20).

FACÍNORA, de Bruno Caldeira. Incrementada com uma boa dose de humor negro, a tragicomédia da Cia.2 de Teatro critica a intolerância humana por meio de Facínora, uma personagem irônica e sarcástica, cujo marido, Porfírio, representa a sociedade cúmplice. Direção de Gustavo Rizzotti e Bruno Caldeira (50min). 18 anos. Espaço Multiuso — Sesc Palladium (100 lugares). Avenida Augusto de Lima, 420, Centro, ☎ 3214-5355. → Quinta, sexta, sábado e domingo, 20h. R$ 40,00. Bilheteria: 9h/21h (ter. a dom.). Cc: M e V. Cd: M e V. IC. Até dia 21. Estreia prometida para quinta (18).

TOTATIANDO. A performance musical de Zélia Duncan é uma declaração de amor à obra do músico e compositor paulista Luiz Tatit. Interpretando personagens, cada um com seus adereços e recursos próprios, a cantora mostra um teatro feito a partir da música, no qual o texto é a própria canção e vice-versa. Direção de Regina Braga (70min). 12 anos. Teatro Dom Silvério (395 lugares). Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, ☎ 3209-8989. → Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 60,00. Bilheteria: 12h/20h (seg. a sáb.); 14h/20h no domingo. Cc: todos. Cd: todos. TF. Até dia 21. Estreia prometida para sexta (19).

REESTREIAS AVARENTO, adaptação de Daniel da Mata e Marko Novaez para a obra de Molière. Com características estéticas da commedia dell'arte, a comédia transporta o texto original para a cidade de Vila Rica no fim do ciclo do ouro. No centro da história está um velho rabugento que tenta, a todo custo, esconder da família o restante de sua fortuna. O espetáculo gira em torno de encontros e desencontros amorosos, descritos com certo grau de pessimismo, porém com um inesperado final feliz. Direção de Yuri Simon (65min). 12 anos. Estreou em 3/4/2008. Spetáculo Casa de Artes (150 lugares). Rua Pouso Alegre, 1568, Santa Tereza, ☎ 3481-1670. → Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 30,00. Postos Sinparc, R$ 12,00. A bilheteria abre

duas horas antes do espetáculo. Até dia 21. Reestreia prometida para sexta (19).

COMO SOBREVIVER EM FESTAS E RECEPÇÕES COM BUFFET ESCASSO, adaptação da obra de Ângelo Machado. Comédia. O protagonista Carlos Nunes narra fatos típicos em ambientes de festas e ensina alguns truques para que a plateia não passe por situações desagradáveis ou constrangedoras nessas oca-

siões, em que nem sempre a comida e a bebida são suficientes para todos os convidados. Direção de Ênio Reis (95min). 12 anos. Estreou em 23/6/2000. Teatro Alterosa (320 lugares). Avenida Assis Chateaubriant, 499, Floresta, ☎ 3237-6611. → Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 30,00. Postos Sinparc, R$ 15,00. Bilheteria: terça a domingo, de 12h às 19h30, e no dia do espetáculo até a hora da apresentação. Até dia 21. Reestreia prometida para sexta (19).

DEUSES, DA ORIGEM DO UNIVERSO À ORIGEM DO TEATRO, de Ederson Miranda. O monólogo eterniza uma epopeia cômica que começa pelo surgimento do universo, do homem e das primeiras civilizações até chegar ao nascimento do teatro. Fala sobre homens e deuses, além de civilizações antigas e seus reflexos atuais. Direção do autor (65min). 14 anos. Estreou em 26/3/2010. Sala Juvenal Dias — Palácio das Artes (176 lugares). Avenida Afonso Pena, 1537, Centro, ☎ 3236-7400. → Sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 20,00. Bilheteria: 10h/21h (seg. a sáb.); 14h/20h no domingo. Cc: M e V. Cd: M e V. IC. Até dia 21. Reestreia prometida para sábado (20).

10 MANEIRAS INCRÍVEIS DE DESTRUIR SEU CASAMENTO, de Sérgio Abritta. Os atores da comédia usam swings, traições, TPMs e outras situações inusitadas para conduzir o público aos labirintos do relacionamento entre o homem e a mulher. Direção do autor (90min). 15 anos. Estreou em 27/2/2009. Teatro Icbeu (250 lugares). Rua da Bahia, 1723, Lourdes, ☎ 3224-5605. → Sexta e sábado, 20h30; domingo, 19h. R$ 40,00. Postos Sinparc, R$ 19,00. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. IC. Até dia 28. Reestreia prometida para sexta (19).

O GENRO QUE ERA NORA, de Aurimar Rocha. Comédia. O espetáculo retrata um drama comum do universo adolescente, o de apresentar o namorado à família. No enredo, a situação é agravada. Contrariando todas as expectativas do pai, o garoto é um cabeludo com cara de roqueiro e ainda tem fama de ser afeminado. Direção de Dirceu Alves (65min). 12 anos. Estreou em 24/11/2011. Teatro Nossa Senhora das Dores (219 lugares). Avenida Francisco Sales, 77, Floresta, ☎ 3226-9459. Sexta e sábado, 20h30; domingo, 19h. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Até dia 21. Reestreia prometida para sexta (19).

✪✪ AS ROSAS NO JARDIM DE ZULA, criação da Zula Cia. de Teatro com Cida Falabella. O grupo apresenta sua primeira montagem, em formato de teatro documentário. Com a proposta de um bate-papo, recorre ao tema da maternidade, tratando como pano de fundo a história real de uma mulher que abandona os três filhos e tenta, na rua, encontrar um sentido para a sua existência. Ficção e realidade se misturam no drama, que parece envolver mais pela beleza da cenografia do que pela mensagem. Direção de Cida Falabella (70min). 14 anos. Estreou em 4/8/2012. Esquyna — Espaço Coletivo Teatral (70 lugares). Rua Célia de Souza, 571, Sagrada Família, ☎ 8446-1314. → Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 10,00. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Até dia 28. Reestreia prometida para sexta (19).

É SÓ UMA FORMALIDADE, criação coletiva. O Grupo Quatroloscinco — Teatro do Comum apresenta o drama cômico de um homem que recebe a notícia da morte do pai, ao mesmo tempo em que outro escreve uma carta de divórcio. As duas situações servem de pretexto para que os atores discutam os rituais do mundo civilizado, num ringue onde sempre há o risco de ir a nocaute (60min). 12 anos. Estreou em 3/9/2009. Esquyna — Espaço Coletivo Teatral (70 lugares). Rua Célia de Souza, 571, Sagrada Família, ☎ 8446-1314. → Terça e quarta, 20h. Grátis. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Até quarta (17). Reestreia prometida para terça (16).

EM CARTAZ O ANO EM QUE VIREI ADULTO, adaptação de Cida Falabella e Gustavo Falabella Rocha para a obra de John Fante. A Zona de Arte da Periferia — ZAP 18 completa uma década de atividade com a estreia do monólogo inspirado no livro 1933 Foi um Ano Ruim, do escritor americano John Fante. Dominic Molise (Gustavo Falabella Rocha) é um estudante de 17 anos, filho de um pedreiro e de uma dona de casa. Seu sonho é se tornar o maior arremessador canhoto da história do beisebol. Como na obra de Fante, o ator expõe as fraquezas e misérias humanas, lançando mão, muitas vezes, de sua própria experiência para compor o personagem. O espetáculo está em cartaz na sede do ZAP 18, onde também funcionam cursos para formação de atores e oficinas de iniciação teatral para crianças e adolescentes, entre outras atividades. Direção de Cida Falabella (65min). Livre. Estreou em 5/10/12. ZAP 18 (80 lugares). Rua João Donada, 18, Serrano, ☎ 3475- 6131. Sábado, 20h30; domingo, 19h. R$ 10,00. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Até este domingo (14).

COISAS INVISÍVEIS, de Gustavo Naves Franco. Nove anos depois de estrear o drama sobre os mistérios das relações humanas, a Cia Clara de Teatro volta ao cartaz em comemoração a sua primeira década. Exceto pela substituição de parte do elenco, a apresentação é a mesma consagrada por público e crítica no Festival de Teatro de Curitiba, em 2004. Inclusive a banda, que executa, ao vivo, a trilha sonora composta especialmente para o enredo. No palco, os atores interpretam quatro personagens que passam por situações parecidas, entre encontros, separações e reencontros. O espetáculo é o segundo de uma trilogia composta de Todas as Belezas do Mundo (2002) e Cinema (2005). Direção de Anderson Aníbal (60min). 12 anos. Estreou em 10/7/2003. Teatro João Ceschiatti — Palácio das Artes (148 lugares). Avenida Afonso Pena, 1537, Centro, ☎ 3236-7400. → Sábado, 19h e 21h; domingo, 19h. R$ 20,00. Bilheteria: 10h/21h (seg. a sáb.); 14h/20h no domingo. Cc: M e V. Cd: M e V. IC. Até este domingo (14).

✪✪✪ DESCULPA QUALQUER COISA. A apresentação é comandada por Bruno Berg (Queijo, Comédia e Cachaça), João Basílio (Os Comédia), Bruno Costoli e Thiago Carmona (ambos da Liga da Comédia). Com temas provocativos, mas pouco ofensivos e escrachados, os humoristas envolvem a plateia numa onda de aplausos e gargalhadas. Para incrementar o formato stand-up, o quarteto simula uma mesa-redonda bem-humorada, em que são discutidas as principais notícias da semana. A ausência de Thiago Carmona não pareceu empobrecer o espetáculo, caprichado com a atuação de João Basílio (80min). 14 anos. Estreou em 5/9/2011. Pátio Espanhol (100 lugares). Avenida do Contorno, 4035, São Lucas, ☎ 3324-4035. Sexta, 21h30. R$ 15,00. Cc: M e V. Cd: M e V. Até 30 de novembro.

✪✪✪ DOIS SÓIS: LUGAR ALGUM, de Marco Túlio Zerlotini. O drama de estreia da Cia. do Silêncio narra a história de dois irmãos que, após a morte da mãe, encontram em uma desconhecida a forma de manter sua vida organizada. A relação dos três, porém, desencadeia uma série de sentimentos desconhecidos que coloca em xeque os preceitos do amor e perpetua a influência moralista de uma sociedade conservadora. Experiente, o elenco conduz a plateia como se estivesse em um filme, recortando as cenas para câmeras imaginárias capturá-las. Em raros momentos, o espetáculo é incrementado com performances sugadas do teatro físico. Causa certa estranheza a escolha das músicas que embalam os momentos mais densos da trama. Direção de Marcel Luiz (50min). 14 anos. Estreou em 28/9/2012. Sala Júlio Mackenzie — Sesc Palladium (76 lugares). Avenida Augusto de Lima, 420, Centro, ☎ 3214-5355. → Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 20,00. Bilheteria: terça a domingo, das 9h às 21h. Cc: M e V. Cd: M e V. Até dia 21.

A ETERNA LUTA ENTRE O HOMEM E A MULHER, de Millôr Fernandes. A comédia adaptada pela companhia O Trem discute os conflitos entre o homem e a mulher desde a Idade da Pedra até os dias de hoje. O público é quem decide quem vencerá o embate, por meio de votação, no fim de cada round. Direção de Ílvio Amaral e Maurício Canguçu (75min). 12 anos. Estreou em 15/4/2011. Spetáculo Casa de Artes (150 lugares). Rua Pouso Alegre, 1568, Santa Tereza, ☎ 3481-1670. → Sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 30,00 / Postos Sinparc, R$ 12,00. A bilheteria abre duas horas antes do espetáculo. Até este domingo (14).

O MARIDO DA MINHA MULHER, de Sérgio Abritta. No centro desta comédia está Alex, que, mesmo casado, continua a viver como solteiro acompanhado de seu amigo Paulo. Após morrer, o protagonista passa maus bocados ao perceber que sua mulher, Bruna, está sendo assediada por Nico, seu pior inimigo. Na tentativa de impedir a aproximação, ele volta do além e escolhe o amigo fanfarrão para dar corpo e voz a seus planos. A montagem original impulsionou a carreira de Sérgio Abritta na década de 90. Com Bárbara Nunes, Dudu Graffite, Rafael Mazzi e Eraldo Fontiny. Direção do autor (90min). 12 anos. Estreou em 7/11/2009. Teatro Icbeu (250 lugares). Rua da Bahia, 1723, Lourdes, ☎ 3224-5605. → Sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 40,00 / Postos Sinparc, R$ 19,00. Bilheteria: abre uma hora antes do espetáculo. IC. Até este domingo (14).

MEU TIO É... TIA!, de Marco Amaral. Comédia. Três amigos gays que convivem em um apartamento da cidade grande têm sua rotina modificada com a chegada do sobrinho de um deles, um peão aspirante a locutor de festas de rodeio. Para ocultar a vida que o tio leva, totalmente desconhecida por seus familiares, eles decidem passar por verdadeiros machões. Direção do autor (80min). Livre. Estreou em 17/7/2004. Teatro Sagrado Coração de Jesus (470 lugares). Rua Professor Moraes, 363, Funcionários, ☎ 3221-2388. Sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 40,00 / Postos Sinparc, 15,00. A bilheteria abre duas horas antes do espetáculo. Até este domingo (14).

✪✪ POR PARTE DE PAI, adaptação de Carlos Rocha para a obra de Bartolomeu Campos de Queirós. Inspirada na criação do escritor mineiro, morto no início deste ano, o espetáculo do Grupo Atrás do Pano conta o drama de Antônio, um garoto que vive sua infância na casa dos avós paternos, experimentando a vida como quem lê um livro de memórias. Cheiros, sensações, sonhos, medos e dúvidas fazem parte do seu cotidiano, cercado de questões filosóficas sobre o tempo, a existência, a vida e a morte. Juntos no palco, Antônia Claret, Guda Coelho, Myriam Nacif e Paulo Thielmann fazem uma leitura sensível da obra, o que não torna a montagem menos conservadora e, por vezes, cansativa no ritmo. Vale conferir a parede criada por Máximo Soalheiro para compor o cenário, com frases do livro, ilustrações e até o retrato original dos avós de Queirós, que emprestam sua vida à história. Direção de Epaminondas Reis (60min). 12 anos. Estreou em 27/6/2012. Teatro Marília (185 lugares). Avenida Alfredo Balena, 586, Centro, ☎ 3277- 6319. → Sábado, 20h30; domingo, 19h. R$ 20,00. A bilheteria abre duas horas antes do espetáculo. Até este domingo (14).

✪✪ TALISMÃ, de Didi Villela. Drama. O espaço alternativo, que ora abriga festas, ora se torna palco das artes cênicas, transmuta-se na casa de Joana e Francisco, mãe e filho que vivem enclausurados em um mundo próprio, pouquíssimo convencional. Ela se sente presa ao filho, às cartas que escrevera ou recebera em um passado remoto e à saudade de um homem. Ele se apega à mãe e à imagem feminina, renegando as convenções atribuídas ao seu próprio gênero. Tomado de forte carga dramática, o espetáculo da Cia. Noturnos convence mais pela beleza e poesia do arranjo cenográfico, com véus encobrindo luzes cuidadosamente posicionadas, papéis rasgados e um piano velho. Direção de Marcelo Rocco (60min). 16 anos. Estreou em 8/9/2012. Espaço Gruta! (50 lugares). Rua Pitangui, 3613 C, Horto, ☎ 2511-6770. Sexta e sábado, 20h; domingo, 19h. R$ 20,00. A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Até sábado (20).

ESPECIAL FESTIVAL ESTUDANTIL DE TEATRO — FETO. Desde que foi criado, em 1999, o festival manteve-se engajado em uma única causa: colocar a cultura e a educação em uma conversa afinada para fomentar o teatro produzido nas escolas, nas universidades e em cursos livres e técnicos. Doze edições depois — e com um programa muito mais apurado —, pode-se dizer que todo o empenho está sendo recompensado. Para este ano, estão programadas apresentações de dezenove espetáculos, dois deles de grupos convidados e o restante selecionado entre as mais de 125 inscrições analisadas pela curadoria. As companhias vêm de treze estados brasileiros, com linguagens e temas bastante variados. O repertório inclui adaptações de Shakespeare, Cora Coralina, Bertolt Brecht e Samuel Beckett. É o caso da peça Um Lugar para Ficar em Pé, montada pela primeira turma de Teatro do ICA/UFC, de Fortaleza (CE). É uma colagem feita a partir das últimas peças curtas de Beckett e de fragmentos de outros trabalhos do autor irlandês. Entre eles, Esperando Godot, publicado em 1952. Durante os onze dias de programação, o festival ocupará os principais teatros da cidade com espetáculos, oficinas gratuitas e debates. Até dia 21, em vários locais. R$ 6,00. Clique aqui e confira a programação completa.

FESTIVAL DE TEATRO EM MINIATURA — FESTIM. Artistas de cinco estados brasileiros estão reunidos na capital para apresentar um panorama da criação artística em miniatura e suas especificidades. Os espetáculos são curtos e intimistas. A programação inclui ainda caixas de teatro lambe-lambe, experiências cênicas, performances, oficinas e debate. Esquyna — Espaço Coletivo Teatral (70 lugares). Rua Célia de Souza, 571, Sagrada Família, ☎ 8446-1314. → Neste domingo (14), das 14h às 18h. Grátis. Centro Cultural da UFMG (120 lugares). Avenida Santos Dummont, 174, Centro, ☎ 3409-8290. Quarta (17), das 14h às 17h, e a partir das 19h. Grátis.

DANÇA ASSOCIAÇÃO QUERUBINS. O mais novo espetáculo dos alunos do projeto Quem Sou Eu? tem trilha sonora de Podé Coutinho. No palco, os bailarinos recriam as raízes e desdobramentos da arte e cultura concebidas em função do encontro dos descendentes africanos com os demais povos que constituíram o Brasil. Direção de Magda Coutinho (45min). Livre. Teatro Sesiminas (660 lugares). Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia, ☎ 3241-7181. → Terça (16), 20h. Os ingressos serão trocados por um quilo de alimento não perecível.

JOGO COREOGRÁFICO. O espetáculo é uma mistura de dança, improvisação e criatividade, baseado no ato de coreografar e ser coreografado. A intenção dos bailarinos cariocas é criar danças numa espécie de jogo, compartilhando com o público a autoria das obras (50min). Livre. Foyer do Sesc Palladium. Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro, ☎ 3214-5355. Neste sábado (13) e domingo (14), 19h. Grátis. Retirada do ingresso uma hora antes do espetáculo.

Fonte: VEJA BELO HORIZONTE